Eunápolis: Taxista de 61 anos é morto brutalmente

O taxista José Eduardo Santos, 61 anos, foi morto a golpes de arma branca, na tarde deste sábado (28), em Eunápolis. Crime aconteceu em uma fazenda às margens da BR-367, a cinco quilômetros do centro da cidade.

A polícia suspeita de latrocínio, quando o roubo é seguido de morte, apesar nada ter sido roubado, aparentemente. Havia sinais de luta corporal e a camisa de José Eduardo foi rasgada, um indício de que ele pode ter reagiado.

Foto: Gustavo Moreira/RADAR 64

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Pelas evidências colhidas no local do crime, a polícia suspeita que o taxista tenha saído do carro para fechar a porteira. O bandido pode ter aproveitado a oportunidade para abordar a vítima.

‘Possivelmente, houve luta corporal entre a vítima e o autor. Já tivemos informação que os bandidos têm agido neste local, roubando até com facão. E talvez o taxista tenha resistido ao assalto’, informou o tenente Alex Lima.

Taxista pode ter sido abordado pelo bandido quando desceu do carro para fechar a porteira da fazenda
O corpo de José Eduardo foi encontrado em um pasto a cerca de 15 metros de onde o veículo ficou parado com a chave na ignição e com a porta aberta. Quatro horas depois do assassinato, um tratorista passou pela estrada e acionou a Polícia Militar.

Colegas de profissão de José Eduardo contaram que ele voltava da fazenda Alvorada, onde deixou trabalhadores que fizeram compras em um hipermercado da cidade.

Os legistas ainda não divulgaram que tipo de arma foi usada pelo bandido, mas pelos cortes a suspeita é que tenha sido um facão.

A mulher do taxista e um enteado estiveram no local do crime e fizeram o reconhecimento do corpo. Em estado de choque, eles não tiveram condições emocionais de prestar qualquer informação.

Colegas de José Eduardo contaram que ele tinha um ponto em frente ao Atacadão Rondelli, na BR-367 e costumava levar passageiros para a fazenda.

Os amigos denunciam que na área acontecem muitos assaltos e, por conta disso, se recusam a transportar passageiros para a fazenda.

José Eduardo trabalhava no ramo há quase 20 anos e morava no bairro Rosa Neto.

Por | Radar 64

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