Escritor Itamarajuense vence a Medalha Luiz de Camões no Rio de Janeiro

O jornalista e escritor Athylla Borborema que embora seja natural de Prado, é radicado em Itamaraju desde os 6 anos de idade, esteve entre as 30 personalidades de países da América do Sul homenageadas na noite deste último sábado (23/01), no Rio de Janeiro, com o mais importante prêmio da literatura portuguesa concedida no Brasil. Trata-se da Medalha Luís de Camões que existe em celebração a Luís Vaz de Camões que foi um poeta de Portugal, considerado uma das maiores figuras da literatura em língua portuguesa e um dos grandes poetas do Ocidente.

Athylla Borborema recebeu a conquista ao lado de grandes nomes da literatura brasileira, como Adelzon Alves, Francisco Gondar, Luiz Poeta, Joselito Rocha, Jader Moreira Rafael e tantos outros grandes nomes. O evento no salão nobre da Casa das Beiras, na Tijuca, uma casa de entretenimento cultural considerada a mais portuguesa do Rio de Janeiro.

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O evento foi uma promoção da Editora Mágico Oz e Associação de Poetas de Portugal, com apoio da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro e Ministério da Cultura do Brasil. O evento é uma idealização da LITERART – Associação Internacional de Escritores e Artistas, no qual evento contou com a presença da sua presidente, jornalista e escritora Izabelle Valadares.

A Medalha Luís Vaz de Camões foi entregue aos artistas que se destacaram em suas atividades literárias no decorrer do ano de 2015. Cada homenageado também recebeu um Diploma de Honra ao Mérito por ter fomentado o crescimento da difusão da Literatura Brasileira em Portugal.

Para receber a homenagem Athylla Borborema teve pelo menos 8 dos seus livros referenciados pelo júri que foi motivado pela sua grande contribuição a literatura e a arte. Obras iguais “Comunicação na Bandeja”, “Infância Violentada”, “Folia das Palavras”, “Do Assessor de Imprensa ao Assessorado”, o “Arroto”, “Perfil Criminoso” e “Casamento Sem Sexo” são livros que vem ganhando grandes destaques e aplaudidos pela crítica. Especialmente o clássico “Amenina do céu cor de rosa”, lançado em setembro passado na 17ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, que talvez já seja a sua obra de maior visibilidade e já tenha ultrapassado o sucesso do “Tiro e Dor em Silêncio” publicado 14 vezes e lançado pela primeira vez em 1994.

Por causa dos seus livros reportagens e de fomento a literatura, no último dia 26 de setembro, Athylla Borborema recebeu o Prêmio Liberdade de Expressão, em Salvador. No dia 24 de outubro recebeu o Troféu Carlos Drummond de Andrade de Literatura, na festa do seu cinquentenário em Itabira-MG. No último dia 28 de novembro, recebeu o Troféu Casimiro de Abreu de Literatura, no Rio de Janeiro. No último dia 11 de dezembro, foi consagrado em Niterói, cidade da região metropolitana do Rio de Janeiro, pela OAB e Casa Real dos Godos do Oriente, com o Troféu Defensor da Paz e com o Troféu Estado da Guanabara, em homenagem aos 450 anos do Rio.

E agora foi a vez de ter sido outorgado com a Medalha Luís Vaz de Camões, no Rio de Janeiro. Em 2015, Athylla Borborema foi empossado em 16 de maio, na Academia de Letras e Artes de Cabo Frio. Em 26 de setembro, assumiu a cadeira de nº 33 da Academia de Letras, Música e Artes de Salvador. No último dia 14 de novembro, tomou posse na cadeira nº 9 da Academia Mineira de Belas Artes. E neste último dia 20 de janeiro, foi eleito para a cadeira de nº 40 da Academia de Letras de Fortaleza, cuja posse ocorre no próximo dia 5 de março. E ainda no próximo dia 27 de fevereiro, receberá o “Troféu da Inconfidência Mineira” pela Prefeitura Municipal de Ouro Preto.

Por | Ascom

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