Jucuruçu: Homem morre ao se cortar acidentalmente com um facão

Na manhã desta terça-feira (03), a Policia Civil de Itamaraju foi informada que em uma Fazenda adjacente ao município de Jucuruçu  se encontrava um cadáver no interior de uma residência. Logo de imediato o Delegado de Policia o Dr. Gean Carlos Nascimento imediatamente designou uma equipe do SI – serviço de investigação composta pelo investigador Filipe Mendes juntamente com o servidor público Anderson Barbosa para a realização do levantamento cadavérico.

Os policiais tiveram muitas dificuldades devido à localidade ser de difícil acesso, pois com as chuvas que caem na região as estradas ficam intransitáveis.

Mas com ajuda de populares foi possível chegar até a residência que fica localizada no Povoado de água limpa.

No local foi encontrado o corpo de um homem conhecido popularmente como Zequinha identificado como sendo José Vinturino da Silva (53 anos) que apresentava um corte no seu braço esquerdo, o que provavelmente teria provocado a sua morte.

 Segundo informações de populares que residem próximo ao local o Zequinha estava passando uns dias na residência de uma trabalhador rural na Fazenda Conjunto Pindorama.  E que na noite anterior por volta da 19:00hs, o mesmo teria ingerido bebida alcoólica quando ao manusear o seu facão que estava em sua cintura acidentalmente teria desferido um golpe profundo no seu braço.  Populares foram em busca de socorro mais não obtiveram sucesso, pois ao retornar a residência o mesmo já teria vindo a óbito.

O que chamou a atenção das autoridades e que uma das pessoas que estava no local de nome Jose Rodrigues Pires conhecido por Zé do cheque já teria cumprido pena de 11 anos de prisão por estupro na cidade de Itamaraju e foi transferido para Salvador.  E que a menos de seis meses o mesmo teria sido solto.

O levantamento foi realizado e o corpo de Zequinha, que ainda não foi reconhecido por familiares foi encaminhado para o IML de Itamaraju.

Duas testemunhas foram encaminhadas para a Depol a fim de prestar depoimento sobre o caso.

 Por | Henrique Peixoto

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *