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Luiz Viana faz gestão democrática com transparência na OAB

“Uma gestão democrática se faz com transparência. E Luiz Viana tem dado exemplos inquestionáveis disso na presidência da OAB Bahia”, afirma o presidente da Associação dos Procuradores da Bahia, Marcos Sampaio. “Além da publicação do balanço contábil na internet, a administração de Luiz é pioneira em diversas outras iniciativas que mudaram completamente os rumos da Ordem”, lembra o também conselheiro e presidente da Comissão de Orçamento e Contas da OAB.

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Entre as medidas inovadoras de Luiz Viana que deram transparência aos atos da Ordem, estão a auditoria interna e externa das contas e a transmissão ao vivo das sessões do Conselho. Além disso, houve a criação de critérios objetivos para os repasses às Subseções do interior, a discussão aberta da tabela de honorários, a realização de audiências públicas também com transmissão em tempo real e a implantação do sistema eletrônico para a distribuição dos processos éticos. “Também foram enormes os avanços na criação de um orçamento participativo”, diz Sampaio.

“Só pode ser politicagem, em época de campanha, fazer qualquer tipo de acusação à gestão de Luiz Viana por falta de transparência”, observa o conselheiro federal Waldir Santos, presidente do Tribunal de Ética da OAB. Segundo ele, antes do período eleitoral, nada foi levantado contra a administração atual. “Muito pelo contrário. O ex-presidente Saul Quadros, um dos líderes da chapa de Carlos Rátis, elogiou veementemente as contas de Luiz em sessão do Conselho, transmitida ao vivo”.

A indignação de Waldir Santos é compartilhada pelo tesoureiro da OAB-BA, Carlos Medauar. “Estão agindo de má fé, distorcendo informações do balanço que está publicado em nosso portal da transparência. Desrespeitando as tecnicalidades das Ciências Contábeis, tentam criar factoides”, assinala. Para ele, a tentativa dos adversários de criar factoides afronta a inteligência dos advogados baianos.

“Querer criar bicho de sete cabeças com a rubrica ‘Serviços de Terceiros’, que é um termo da contabilidade que corresponde a todos os pagamentos feitos a prestadores de serviços, é, no mínimo, desonesto, porque a mesma rubrica era usada nos balanços da gestão do ex-presidente Saul Quadros”, assevera Medauar, informando que todas as contas da administração de Luiz Viana e suas respectivas notas estão à disposição da classe para conferência.

O atual tesoureiro da OAB-BA ressalta que Saul Quadros, em seis anos de gestão, gastou R$ 12.472.562,09 com “Serviços de Terceiros”, e Carlos Rátis, o candidato de Saul, no mesmo período, como diretor da ESA, gastou R$ 1.657.646,01. “Se eles acham que falta transparência do presidente Luiz Viana, então o que dizer desses mais de R$ 14 milhões que os dois gastaram juntos”, observa Medauar.

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