Google está redesenhando a Play Store; veja como vai ficar

Google está redesenhando a Play Store; veja como vai ficar

A loja Google Play vai passar por um redesign em breve. O serviço, que reúne a venda de aplicativos, filmes, músicas e livros, deve aproveitar a chegada do Android Marshmallow para se renover visualmente.

A informação veio de Kirill Grouchnikov, engenheiro de software que trabalhou no aplicativo por seis anos e agora está sendo movido para outra equipe dentro do Google. Ele publicou as imagens com a prévia do que está por vir na Play Store em breve em seu perfil no Google+.

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As mudanças são bem visíveis, embora não sejam modificações radicais. O novo app apresenta apenas duas divisões: Aplicativos e Jogos, e Entretenimento, substituindo as seis que existem atualmente (Aplicativos, Jogos, Filmes, Música, Livros e Banca).

Grouchnikov não revelou quando a atualização será liberada, mas não deve demorar muito a julgar pelo uso da hashtag “#soon” (“em breve”, em inglês). Você pode conferir as imagens logo abaixo.

Por | Uol

Google deve pagar R$ 250 mil a Daniella Cicarelli por vídeo íntimo

Google deve pagar R$ 250 mil a Daniella Cicarelli por vídeo íntimo

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou nesta terça-feira (13) que o Google deve pagar multa de R$ 250 mil reais à apresentadora e modelo Daniella Cicarelli por não impedir que um vídeo íntimo dela fosse publicado no YouTube. O mesmo valor deve ser pago ao empresário Tato Malzoni, que aparece com ela em uma praia na Espanha.

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Em 2006, o então casal foi filmado dentro do mar de Cádiz, na Espanha, e o vídeo foi publicado em diversas plataformas, entre elas o YouTube. Ambos pediram a retirada das publicações ao Google, dono do site, e conseguiram decisão favorável no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que determinava que a empresa devia impedir novas divulgações. A multa estabelecida era de R$ 250 mil diários.
A 4ª turma do STJ decidiu que o valor era alta demais, e julgou que o Google deve pagar apenas uma parcela da multa a cada um dos envolvidos. “Mesmo com a multa diária de R$ 250 mil poder-se-ia dizer que o valor para as partes atingiu patamares estratosféricos”, afirmou o minuistro Luis Felipe Salomão, que relatou o caso. Segundo seus cálculos, o valor ultrapassaria R$ 160 mihões.
Os advogados, tanto do Google quanto de Cicarelli ou Malzoni, ainda podem entrar com recurso.

Por | G1.globo

Veja os aplicativos para adicionar 9º dígito automaticamente em ligações

Veja os aplicativos para adicionar 9º dígito automaticamente em ligações

Os usuários de smartphones que residem nos estados onde o nono dígito será adicionado à frente dos números de celulares não precisam mais se preocupar em atualizar a agenda de contatos. Já existem aplicativos que ajudam a não perder tempo nessa missão. A partir de domingo (11), a Bahia e Minas Gerais recebem o dígito 9 na frente de todos os números de telefone. A mudança vale tanto para envio de SMS como para ligações.

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Os estados terão um período entre 30 e 40 dias de adaptação, em que as chamadas sem o número 9 ainda serão completadas. Durante esse tempo, ocorrerão interceptações, e os usuários receberão mensagens com orientações sobre a nova forma de discagem. Os telefones fixos não terão os números modificados.

Para facilitar a atualização da agenda de contatos, algumas operadoras e empresas desenvolveram aplicativos que realizam a mudança de forma automática, para otimizar o tempo na gestão da agenda. Confira os apps selecionados:

Oi 9º Dígito (Gratuito –Android | iOS)
O “Oi 9º Dígito” já possui mais de 170 mil downloads entre Android e IOS e pode ser baixado gratuitamente. Apesar de ser da operadora Oi, ele pode ser utilizado por clientes de qualquer operadora, e a ferramenta também possibilita formatar os contatos e inserir o código do estado para que fique mais fácil efetuar as ligações quando ele estiver fora de uma cidade específica. Cada vez que uma região precisar realizar a mudança, um alerta será gerado pelo app.

Os contatos gravados no Sim Card não são atualizáveis por este aplicativo. Caso queira atualizar, é recomendado que importe os contatos armazenados no chip para a memória do seu aparelho antes de atualizar os contatos. É necessário estar conectado à internet quando utilizar o aplicativo, para que a atualização do arquivo de regras do 9º dígito seja realizada a cada vez que uma nova região receber o nono dígito. Alteração poderá ser restaurada.

Vivo 9º Dígito (Gratuito – Android | iOS)
Sem a necessidade de acrescentar manualmente mais um número a todos os contatos da agenda, baixando o aplicativo o usuário vai perceber que o número “9” foi adicionado à esquerda de cada telefone. O aplicativo é gratuito e também funciona em todas as operadoras. Nele ainda vem a possibilidade de desfazer a atualização e voltar aos seus contatos originais, antes da atualização. Foi recomendada pela Vivo a realização de um backup da agenda antes de efetuar as alterações.

9º Dígito TIM (Gratuito – Android | iOS)
O aplicativo adequa os números celulares somente dos estados que já possuem nove dígitos, para o novo formato de numeração definido pela ANATEL. Oura função oferecida é a gravação dos números alterados na agenda do usuário incluindo o Código de Seleção de Prestadora (CSP) 41 aos contatos, para realização de chamadas de longa distância. O 9º Dígito TIM está disponível para qualquer operadora brasileira e para usuários do sistema operacional Android, a partir da versão 2.0 (SDK 5), assim como do iOS.

Claro 9º Dígito (Gratuito – Android | iOS)
Assim como todos os outros, além de atualizar a agenda com o nono dígito, é possível padronizar o formato dos números com a operadora de longa distância 21 ou ainda retornar aos seus contatos originais, antes da atualização feita com o aplicativo.

Embratel Nono Dígito (Gratuito – Android | iOS)
Para plataformas Google Play e Apple Store, o aplicativo facilitará a vida de usuários fazendo alteração automática da agenda telefônica do smartphone. Ele permite selecionar números que serão modificados, adicionar o DDD (Discagem Direta à Distância) do usuário aos seus números locais e ainda incluir o CSP 21 para ligações de longa distância.

Por | Anatel

Frustradas com prejuízos, operadoras tentam “se vingar” de WhatsApp

Frustradas com prejuízos, operadoras tentam “se vingar” de WhatsApp

Algumas das principais operadoras de telefonia móvel do país iniciaram –ainda que de forma velada– uma disputa contra o WhatsApp em uma “tentativa desesperada” de nomear culpados aos seus próprios prejuízos. É o que dizem especialistas em telecomunicação e em direito digital entrevistados pelo UOL Tecnologia, que afirmam ainda que os ganhos proporcionados pelo aplicativo de bate-papo são bem maiores do que as possíveis perdas.

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“As chamadas de voz deixaram de ser a principal funcionalidade da telefonia móvel não só no Brasil, mas no mundo. O tráfego de dados tem ganhado cada vez mais espaço, e as operadoras precisam se adaptar a essa nova realidade”, aponta Carlos Affonso, diretor do ITSrio (Instituto de Tecnologia e Sociedade) e professor da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro). Segundo ele, é natural que os usuários deixem de enviar SMS e de fazer ligações diante da gama de opções que são bem mais baratas e práticas. “E não estamos só falando de WhatsApp.”

No segundo trimestre de 2015, a operadora Telefônica Brasil –dona da marca Vivo– perdeu 56% do seu lucro líquido em comparação com o mesmo período do ano passado. O lucro da Claro Telecom Participações foi de R$ 3,3 milhões, sensível recuo ante resultado positivo de R$ 308 milhões obtido em 2014. A queda no lucro da TIM no Brasil foi de 16%. Já a OI chegou a registrar prejuízo de R$ 401 milhões no primeiro trimestre de 2015.

Mas, como relata o senador Walter Pinheiro (PT-BA) –que atua à frente de temas ligados à telecomunicação e tecnologia no Congresso Nacional–, as operadoras mais ganham do que perdem com aplicativos como o WhatsApp. “Mesmo que o usuário acesse a plataforma a partir do Wi-Fi, há sempre alguém que está pagando por essa conexão às empresas de telefonia. Ou seja, as empresas ganham muito com esses serviços e reclamam de boca cheia”, relata.

Para Adriano Mendes, advogado especialista em tecnologia e sócio do escritório Assis e Mendes, a reclamação das teles é uma “estratégia comercial” e uma maneira de conseguir “tirar dinheiro do Facebook” –dono do WhatsApp. “Está claro, que o problema é com o Facebook. Até porque contraditoriamente as operadoras atacam o WhastApp, mas de certa forma isentam o Skype, que é da Microsoft”, afirma.

Segundo ele, a polêmica é “misteriosamente” levantada em meio a negociação para a implementação do Internet.org –projeto da rede social que leva serviços da rede gratuitamente a populações carentes– no Brasil, serviço que é oferecido pelas teles.

Regulamentar ou não?
Uma possível regulamentação –defendida pelo ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, mas rejeitada pelo presidente da Anatel, João Rezende–, segundo Mendes, representaria um retrocesso legislativo e tecnologia. “Voltaríamos ao tempo da reserva de mercado, em que não podíamos usar computador que não fosse fabricado no Brasil. Isso isolaria o país dos avanços tecnológicos, além de encarecer as inovações disponíveis.”

O senador diz desconhecer a existência de qualquer projeto de lei sobre a regulamentação de apps que esteja tramitando no Senado ou na Câmara. “Isso seria negar o Marco Civil”, aponta Pinheiro. “Não dá para entrarmos em um novo tempo –da computação em nuvem e da internet das coisas– e mantermos a regra de divisão de chamada dos anos 1980.”

“Esses aplicativos estão dentro da lei e não há nenhuma regulamentação que impeça o funcionamento deles no país”, relatou Mendes. “Ilegal seria se as operadoras quisessem impedir o funcionalmente do WhatsApp ou de qualquer outra aplicação. Algo que infringiria a neutralidade da rede prevista no Marco Civil.”

A reivindicação das operadoras, segundo a agência de notícias Reuters, se refere ao serviço de voz do WhatsApp, e não sobre o sistema de troca de mensagens do aplicativo. Segundo elas, a oferta do serviço se dá por meio do número de telefone móvel do usuário, outorgado pela Anatel e “pagos” pelas empresas de telefonia. As teles pagam cerca de R$ 26 para a ativação de cada linha móvel e R$ 13 anuais de taxa de funcionamento.

Mas, como explica Luiz Moncau, professor da Faculdade de Direito da FGV Rio (Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro), o WhatsApp usa o número de celular –“que pertence ao usuário e não à operadora”– apenas como um identificador. “Não quer dizer, no entanto, que o app esteja pirateando a infraestrutura da telefonia móvel para permitir as ligações. O recurso é viabilizado pela internet, assim como o Skype, que usa como identificador o e-mail.”

Affonso aponta a distinção de responsabilidade entre o WhatsApp e as operadoras para justificar a legalidade do serviço, bem como a “infundada necessidade de uma tratativa igualitária”. “As empresas de telefonia integram a camada de infraestrutura, já o WhatsApp está ligado à camada de aplicações. Ou seja, a responsabilidade de um é estrutural a do outro se restringe a conteúdo.”

Para o diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade, as empresas de telecomunicação precisam reconhecer as mudanças do mercado e adaptar os seus modelos de negócios à nova realidade. “Não adiante querer brigar, será mais do que necessário aprender a conviver com serviços como o WhatsApp –que não é o único e nem será o último a movimentar o setor.”

Já o senador Pinheiro diz ser necessário o maior investimento em banda larga, bem como na qualidade dos serviços prestados pelas operadoras. “Se o serviço é ruim e caro, é óbvio que os clientes vão buscar alternativas mais baratas.”

O UOL Tecnologia entrou em contato com a Vivo, a Claro, a OI e a TIM, mas todas elas informaram que não se manifestariam sobre o assunto. Mesma posição da SindiTelebrasil — entidade que representa as empresas de telecomunicações no país.

Por | Uoltecnologia

Cientistas criam robô capaz de construir sozinho outros melhores

Cientistas criam robô capaz de construir sozinho outros melhores

Pesquisadores britânicos desenvolveram um robô capaz de construir outros robôs ainda melhores sem intervenção humana.

A “mãe-robô”, produzida na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, junta pequenos cubos para formar um novo “bebê-robô”.

“Ela” então avalia a distância que eles conseguem percorrer e, após analisar os resultados, consegue projetar outros robozinhos capazes de percorrer distâncias ainda mais longas.

Adaptação
O objetivo do estudo é descobrir como produzir robôs que se adaptem ao ambiente.

O trabalho, feito por pesquisadores de Cambridge e Zurique, na Suíça, foi publicado na revista científica PLOS One.

Apesar de a ideia de robôs construírem outros robôs – cada vez melhores – parecer roteiro de filme de ficção, até o momento não é preciso se preocupar com a hipótese de eles “dominarem o mundo”: os “bebês-robos” são apenas cubos de plástico com um motor dentro.

A mãe-robô cola um ao outro em configurações diferentes, o que lhe permite encontrar sistemas cada vez melhores.

Apesar de a montagem ser simples, o trabalho em si é elaborado.

A mãe construiu dez gerações de robôs. A versão final conseguiu percorrer o dobro da distância coberta pelo primeiro antes de a sua bateria acabar.

De acordo com Fumiya Iida, da Universidade de Cambridge, que conduziu a pesquisa com colegas da Universidade ETH, em Zurique, um dos objetivos é encontrar novas ideias sobre como seres vivos evoluem.

“Uma das grandes questões da biologia é como a inteligência surgiu – e estamos usando a robótica para explorar esse mistério”, disse ele à BBC.

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“Sempre pensamos em robôs fazendo tarefas repetitivas, já que, tipicamente, são projetados para produção em massa e não customização em massa. Mas, queremos ver robôs capazes de inovação e criatividade.”

Outro objetivo é desenvolver robôs capazes de melhorar e se adaptar a novas situações, de acordo com Andre Rosendo, que também trabalhou no projeto.

“Pode-se imaginar carros sendo construídos em fábricas e robôs procurando defeitos e consertando-os por conta própria”, disse.

“E robôs usados na agricultura poderiam experimentar técnicas diferentes de colheita para ver se melhoram o rendimento.”

Iida disse que começou a trabalhar com robótica porque estava decepcionado, já que os robôs da vida real não eram tão bons como os que ele via em filmes de ficção científica como “Guerra das Estrelas” ou “Jornada nas Estrelas”.

Seu objetivo é mudar isso. Para tanto, tira lições do mundo natural visando a melhorar a eficiência e a flexibilidade de sistemas de robótica tradicionais.

Será que em breve veremos robôs como os da ficção científica que o inspiraram? “Ainda não chegamos lá, mas com certeza, por que não? Talvez em cerca de 30 anos”, diz ele.

Por | MSN

Caminhão autônomo da Mercedes-Benz recebe autorização para rodar nos EUA

Caminhão autônomo da Mercedes-Benz recebe autorização para rodar nos EUA

O grupo Daimler, dono de marcas de automóveis e caminhões como a Mercedes-Benz e a Smart Automobile, desenvolveu um caminhão capaz autônomo. O veículo conta com o um sistema que tem câmeras, radares e sensores, mas ainda precisa de um motorista humano.

De acordo com a fabricante, quando o sistema semi-autônomo assume a direção, a velocidade permitida é mantida e o veículo é capaz de permanecer na mesma pista, manter uma distância segura de outros veículos, reduzir e até parar o caminhão de acordo com o trânsito.  Algumas condições, no entanto, ainda exigem que o motorista tome o controle total do volante.

O caminhão da Daimler acaba de receber a autorização do governo do estado de Nevada, nos Estados Unidos, para ser utilizado em estradas. Até agora foram desenvolvidos apenas dois veículos. Ainda não se sabe se a empresa fabricará mais modelos.

Veja o veículo em ação:

Veja como ativar o WhatsApp no seu computador

Veja como ativar o WhatsApp no seu computador

Agora o WhatsApp funciona no PC. A possibilidade era um pedido antigo dos usuários que finalmente foi atendido. No entanto, o modo de utilização do serviço não é muito óbvio. Por este motivo, fizemos um passo-a-passo ensinando a utilizá-lo.

Antes de tudo, saiba que é necessário manter o seu celular conectado na internet para poder utilizar o WhatsApp pelo computador; se qualquer coisa acontecer que impeça o aparelho de se manter conectado, como, por exemplo, acabar a bateria, não será possível conversar com seus contatos pelo PC.

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Outra ressalva é que, por enquanto, não é possível fazer isso se você tem um iPhone. Apenas Android, Windows Phone e BlackBerry têm o suporte por questões de limitações técnicas da Apple.

Agora, vamos ao passo-a-passo:

1) Entre no site. Basta entrar em http://web.whatsapp.com pelo Google Chrome (nenhum outro navegador funciona por enquanto)

2) Pegue seu celular e abra o WhatsApp.

3) Tanto no Windows Phone quanto no Android, pressione os três pontinhos que representam o Menu e entre em “WhatsApp Web”

Reprodução Reprodução

4) Em seguida, com o Chrome aberto na tela do seu computador, aponte a câmera para o QR Code. Basta encaixar o código na tela do computador no quadrado na câmera.

5) Agora é só usar o aplicativo no computador. Se você mantiver a opção “Mantenha-me conectado” ativada, você não precisará realizar este passo neste computador nunca mais. Se quiser, você pode realizar o mesmo procedimento em outros PCs.

Por | Uol

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