Teixeira de Freitas: Feto é encontrado em lixeira da rodoviária

O feto de uma criança do sexo masculino, com aproximadamente 39 semanas de gestação, foi encontrado por voltas das 13h50min, deste Domingo 26 de fevereiro, quando uma funcionária da limpeza fazia a limpeza nos banheiros femininos, e acabou encontrando o feto embrulhado com frauda dentro de uma sacola de supermercado dentro do lixo.

 

Ao desconfiar do peso do embrulho a funcionária, Daiára Apolinária de Jesus comunicou ao seu supervisor Edilson Vieira Lustoza, que pediu para ver o embrulho, e constatou se tratar de um feto de uma criança, imediatamente o supervisor solicitou a presença da polícia militar, que foi ao local e isolou a cena do crime até a chegada da polícia civil e técnica.
A polícia civil compareceu ao local liderada pela delegada Dr. Waldiza Fernandes Rocha e o investigador Sérgio Adriano, que acompanhou a polícia técnica liderada pelo perito criminal Dr. Manoel Gomes Garrido e o perito Pedro Paulo, que realizaram os trabalhos de perícia de local, e a colheita de provas que possam levar a mulher que tenha colocado o feto no local.

Ao conversar com nossa reportagem, tanto a delegada Dra. Waldiza Fernandes quanto o perito criminal Dr. Manoel Garrido, destacaram que a pessoa que deixou o feto no local, deve ter ido ao local com objetivo de deixar o feto ali, haja vista a forma como o feto foi encontrado.

 
A delegada Dra. Waldiza Fernandes destacou que, vai solicitar a Sinart empresa responsável pela administração da rodoviária, a filmagem do circuito interno da rodoviária, com objetivo de tentar identificar quem teria deixado o feto no local.

O perito criminal Dr. Manoel Garrido adiantou que, devido ao estado avançado em que estava a gestação, deve se tratar de um parto prematuro, e não um aborto, questionado da possibilidade do parto ter sido provocado, o perito disse que, isso caracterizaria aborto, e a pessoa que quer fazer um aborto, não espera que o bebê possa ficar tão grande.
Os questionamentos de pessoas presentes no local são, se foi um parto prematuro, porque a pessoa não procurou um hospital para fazer o parto de forma digna? O que leva a crer que o fato tenha sido provocado.

Fonte / Liberdade News

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