ITAMARAJU | Retrato da segurança pública na região

Os métodos adotados pelo governo estadual no setor de segurança pública no Interior do estado têm demonstrado a ineficiência.
Nos últimos anos serviços tem sido desativado, criando novos formatos, que ainda não apresentam melhoras sentidas pelas comunidades, como a centralização de chamadas no Centro Integrado de Comunicação (CICOM), onde são direcionadas ligações de cidades como Itamaraju, Prado, Jucuruçu, Alcobaça, Caravelas, Ibirapuã, Itanhém, Medeiros Neto, seus distritos e outras cidades, todas para Teixeira de Freitas, ampliando assim o tempo resposta das guarnições, também em muitos desses municípios com efetivo reduzido ou igualado há 10 anos anteriores. Em alguns casos retardando atendimentos de vítimas de arma de fogo ou atendimentos violentos, pois o SAMU, somente desloca com apoio policial.
As elevações da violência têm assustado a população que vive reclusa ou com receio da criminalidade. Operações sem resultados abrem caminhos para casos de imensa brutalidade.
Os números presentes no município de Itamaraju demonstram claramente que os métodos pouco assustam os bandidos. Na cidade houve registro em vários bairros de tiroteio, arrastões, dezenas de tentativas de homicídios, até mesmo casos de seqüestros em apenas 90 dias de 2019. No entanto, não houve grandes apreensões de armas ou drogas, pelas forças de segurança.
Também tornando comum em comunidades presenciar criminosos cada vez mais armados ou praticando disparos até mesmo a luz do dia. Ações de bandidos têm acontecido em locais outrora seguros, roubos de veículos, eletrônicos foram registrados em vários os locais da cidade e o crime contra a vida disparou em 2019, onde finalizou o primeiro trimestre com 14 homicídios.
Através de oficio ao poder legislativo de Itamaraju, foi informado o destacamento de 10 novos soldados para compor a segurança do município, a notificação ocorreu após cobrança dos parlamentares por melhores condições ao povo da zona rural. Porém, as forças de segurança poderiam utilizar as novas ferramentas como redes sociais (Whatsapp e site de denuncia) ou em canal direto para a população, como eram utilizado em anos anteriores.
No entanto, a cidade convive com a insegurança.

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