Nas ruas de Salvador, a realidade é sombria. Moradores são forçados a deixar suas portas destrancadas, sujeitando-se ao capricho de facções criminosas que exigem total submissão em nome da “segurança”. Essa prática não conhece horários, seja à luz do dia ou no silêncio da madrugada. As casas já não são mais refúgios; tornam-se aberturas para atividades ilícitas.
No Engenho Velho da Federação, a angústia é palpável. Uma moradora descreve o horror de ver traficantes armados invadindo sua residência durante operações policiais. O temor é compartilhado: aqueles que ousam desobedecer a essa ordem imposta pelos criminosos enfrentam punições severas, que podem variar de torturas a assassinatos brutais.
Essa é a realidade de muitas comunidades, onde a vida quotidiana foi transformada em um jogo de sobrevivência. A sensação de insegurança é opressora, e a resistência a essa pressão pode ser fatal. Um ciclo vicioso se instala, e a esperança de um futuro melhor parece cada vez mais distante.
Como podemos, enquanto sociedade, olhar para essa situação e propor soluções? Quais medidas podem ser tomadas para garantir a segurança e a dignidade dessas comunidades? Compartilhe suas ideias nos comentários e ajude a espalhar a conscientização sobre esse tema urgentemente necessário.