A ONU trouxe à tona uma realidade alarmante: desde o início deste ano, mais de 840 pessoas foram executadas no Irã. Em uma declaração impactante, a porta-voz do Escritório de Direitos Humanos, Ravina Shamdasani, destacou a utilização da pena capital como uma ferramenta de intimidação estatal. O aumento significativo no número de execuções, especialmente no primeiro semestre de 2025, ilustra uma grave crise de direitos humanos.
Somente em julho, o Irã registrou a execução de pelo menos 110 indivíduos, quase o dobro em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Este fenômeno não é apenas um número; ele reflete um padrão sistemático onde a pena de morte se torna um mecanismo de controle social. A porta-voz da ONU expressou sua preocupação com a falta de transparência do governo iraniano, que pode esconder uma situação ainda mais crítica do que os dados já revelam.
Shamdasani lamentou, ainda, o retorno das execuções públicas, com pelo menos sete casos documentados desde janeiro. Essas ações não só violam os direitos humanos, mas representam uma afronta à dignidade humana. Além disso, 11 pessoas estão à beira da execução, uma delas acusada de ser membro do grupo opositor Mujahedines do Povo do Irã, apontando para a repressão contínua a vozes dissidentes.
A situação no Irã é uma chamada à ação para todos nós. Precisamos nos mobilizar em defesa dos direitos humanos e pressionar por mudanças. Qual é a sua opinião sobre essa realidade? Deixe seu comentário abaixo!