O ator Herson Capri assustou os seguidores após infartar e precisar ser internado. O famoso reapareceu nas redes sociais na noite desta quarta-feira (15/2) e atualizou o seu quadro de saúde. O caso envolvendo o artista acende um alerta sobre os cuidados sobre a saúde do coração.
Susto
Herson Capri acalmou os fãs: “Passando para tranquilizá-los sobre o meu estado de saúde. Eu realmente tive um infarto, mas estou bem. Já voltei a algumas atividades, mas, por orientação médica, preciso de mais alguns dias para me recuperar completamente”, disse.
Casos como o do ator chamam atenção para uma condição que segue entre as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Para esclarecer o que acontece com o organismo durante um infarto e como deve ser a recuperação, o cardiologista Rodrigo Souza explicou à coluna os principais pontos.
Segundo o especialista, o infarto ocorre quando uma das artérias responsáveis por levar sangue ao coração é obstruída, geralmente por um coágulo formado a partir do acúmulo de gordura nas paredes do vaso. “Quando o fluxo de sangue é interrompido, o músculo cardíaco deixa de receber oxigênio. Se essa falta persiste, parte do coração pode sofrer danos irreversíveis”, explicou.

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Após infarto, Herson Capri volta às redes sociais e atualiza estado
Instagram/Reprodução
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Herson e Lucas Capri.
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Herson Capri
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Herson Capri
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Sintomas
Os sinais mais comuns do infarto incluem dor ou pressão no peito, que pode irradiar para o braço esquerdo, costas, pescoço ou mandíbula, além de falta de ar, suor frio, náusea e sensação de mal-estar intenso. No entanto, o médico alerta que nem sempre os sintomas são clássicos.
“Em algumas pessoas, principalmente idosos, os sinais podem ser mais sutis, como cansaço fora do comum ou desconforto leve no tórax. Isso faz com que muitos demorem a procurar ajuda”, afirmou.
Sobre a recuperação, Rodrigo Souza destacou que o processo varia de acordo com a gravidade do infarto e a rapidez do atendimento. “Após o episódio agudo, o paciente precisa de repouso, uso de medicações específicas e acompanhamento cardiológico regular. A retomada das atividades deve ser gradual e sempre orientada por um médico”, disse.
Ele ressaltou ainda que mudanças no estilo de vida fazem parte do tratamento. “Controle do estresse, alimentação equilibrada, abandono do tabagismo e prática de atividade física orientada são fundamentais para reduzir o risco de novos eventos.”





