A presença feminina na liderança potencia em 25% o desempenho financeiro das empresas

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Liderança feminina amplia em 25% as chances de desempenho financeiro - destaque galeria

A presença feminina no comando de grandes organizações está em ascensão, refletindo uma mudança significativa na dinâmica do mercado. Estudos mostram que empresas com maior diversidade de gênero em suas lideranças apresentam até 25% mais chance de superar a média de desempenho financeiro. No Brasil, esse avanço é nítido: mulheres ocupam mais de 35% dos cargos executivos, com cifras ainda mais impressionantes em áreas com estruturas de governança maduras, onde o índice chega a quase 40%.

No entanto, setores como infraestrutura e saúde continuam predominantes na liderança masculina, tornando crucial a inclusão de mulheres em posições decisórias nessas áreas complexas.

Exemplo disso é a trajetória de Bruna Reis, CEO de uma multinacional brasileira no setor de saúde, especializada em urgência e emergência. Com mais de 8 mil profissionais atuando no Brasil e na Europa, sua empresa não apenas responde a emergências em 54 aeroportos e 14 rodovias, mas também destaca a importância da capacidade de tomada de decisão em ambientes de alta pressão. “Conduzir uma operação de emergência exige disciplina e confiança nas equipes”, afirma Bruna.

Além de contribuir para o crescimento da empresa, que viu uma demanda crescente por soluções integradas de saúde, a presença feminina em cargos estratégicos reflete transformações significativas no modo como as organizações se estruturam. Com #diversidade de gênero na liderança, as empresas observam ganhos em eficiência e maior capacidade de adaptação.

O Grupo Med+ opera atualmente como a maior empresa de emergências aeroportuárias da América Latina, com contratos que somam R$ 1,8 bilhão. Com 56 milhões de atendimentos realizados, a companhia firmou-se como referência no setor, mantendo a tipo de desenvolvê-los em ambientes que demandam constante coordenação e resposta ágil.

Bruna Reis observa que o futuro sustentável da organização depende da habilidade em formar líderes sob pressão. Segundo ela, “empresas de emergência precisam de pessoas capazes de decidir rapidamente, manter equilíbrio e liderar em cenários críticos.” Essa visão é parte central da estratégia da empresa para consolidar sua posição no mercado.

Com a inclusão de 56% de mulheres em líderes, o Grupo Med+ não só exemplifica a presença feminina no setor, mas também adota a filosofia do capitalismo consciente, promovendo um ambiente de trabalho mais justo e eficiente. Além disso, a empresa expandiu suas operações para o mercado de educação, impactando 3,5 milhões de alunos em São Paulo.

Como as empresas podem se beneficiar da diversidade de gênero e moldar líderes mais eficazes? O que você acha que pode ser feito para garantir que essa mudança continue? Compartilhe sua opinião nos comentários!

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