Destaques da 6ª feira: dados do setor externo, Usiminas e confiança do consumidor

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O que está agitando o cenário econômico global nesta sexta-feira (24)? A Fundação Getúlio Vargas (FGV) traz dados cruciais sobre o preço do consumidor, enquanto o Banco Central divulga a nota sobre o setor externo do mês de março. A situação financeira do Brasil e as expectativas do Bradesco indicam um déficit de US$ 7,3 bilhões em transações correntes. Este cenário reflete uma balança comercial positiva, mas com saídas significativas na conta de serviços e rendas.

Expectativa sobre a Confiança do Consumidor

Nos Estados Unidos, o índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan, um termômetro do sentimento familiar americano, será publicado ao longo do dia. Esse dado pode influenciar não apenas as decisões de compra, mas também os mercados globais. O que os consumidores sentirão? Uma queda de confiança pode desencadear um efeito dominó em várias economias.

Em relação ao México, o Indicador Global de Atividade Econômica (IGAE) de fevereiro deve apresentar sinais de recuperação, após uma queda acentuada em janeiro. Contudo, especialistas apontam um crescimento moderado, prevendo uma contração de 0,4% no PIB no primeiro trimestre de 2026.

No Brasil, o mercado observou uma queda de 0,78% no Ibovespa, marcando 191.378,43 pontos. Segundo analistas do Itaú BBA, essa movimentação ocorre em meio a um processo de realização de lucros, estabilizando-se em níveis chave de suporte.

Transformações nos Combustíveis Brasileiros

A política de combustíveis do governo Lula ganhou destaque com a proposta de um novo projeto de lei no Congresso. Ele visa transformar a alta arrecadação de impostos devido ao aumento do preço do petróleo em cortes tributários. Com a possível aprovação, quem se beneficiará? Os cortes em PIS, Cofins e Cide poderão beneficiar diretamente o consumidor, aliviando o impacto nas bombas de combustível.

Além disso, o Instituto Tecnológico de Mauá iniciará testes para aumentar a mistura de biodiesel no diesel para 20%. Isso pode representar uma mudança significativa, dada a capacidade do Brasil em produzir biocombustíveis a partir de insumos como soja e cana-de-açúcar.

Quais são suas previsões para o futuro econômico do Brasil e do mundo nesta nova fase marcante? Deixe sua opinião nos comentários!

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