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Dançarina baiana denuncia racismo em abordagem da PF: ‘Pediram para soltar minhas tranças’

A jovem dançarina Marcelly Batista estava no Aeroporto Internacional de Porto Velho, quando foi abordada por policiais federais que pediram que ela soltasse as tranças do cabelo e entregasse a senha do próprio celular para ser revistado.

Segundo a moça, que é da Bahia, ela foi levada para uma sala sozinha e, dentro do local, foi vítima de racismo por parte dos agentes. 

“Me levaram para uma sala, sozinha, e pediram para eu soltar a minha trança. ‘Solta o seu cabelo aí’, falaram assim, nem lembro se pediram por favor. Também pediram a senha do meu celular, e como eu nunca tinha sido abordada, passei. Eles olharam minhas conversas com o meu namorado e alguns grupos, enquanto uma mulher me revistava”, disse no Instagram.

A equipe que Marcelly faz parte, estava esperando uma conexão para Cuiabá, quando foi abordada após passar pelo raio-x do aeroporto. Ainda segundo a dançarina, nenhum outro passageiro da fila foi abordado ou teve itens pessoais revistados pela Polícia Federal, apenas a baiana e a equipe que a acompanhava.

De acordo com o G1, em nota, a Polícia Federal informou que revistou alguns passageiros e os protocolos de abordagem foram devidamente respeitados pelos policiais, incluindo uma policial feminina para fazer a revista das mulheres. 

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