O PT do presidente Lula tem intensificado as articulações para fechar acordos nos estados onde a legenda ainda tem indefinições sobre as chapas majoritárias para as eleições de outubro.
Para solucionar o impasse da Bahia, o partido propôs, na semana passada, que o senador Angelo Coronel (PSD-BA) componha a chapa como suplente do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), no próximo pleito.

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Líder do governo no Senado, Jaques Wagner
Metrópoles
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Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
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Jerônimo Rodrigues com Jaques Wagner
Reprodução
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Senador Angelo Coronel, do PSD da Bahia
Ana Luíza Souza
Como o Metrópoles já noticiou, a sigla quer garantir a chapa “puro-sangue”, composta pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, pelo líder do governo no Senado, Jaques Wagner, e pelo atual governador do estado, Jerônimo Rodrigues, sem perder o apoio do PSD.
Por isso, a legenda propôs que o senador do partido comandado por Gilberto Kassab “divida” o mandato com o líder do governo no Senado, que assumiria um cargo no governo em um eventual novo mandato de Lula.
Segundo Jaques, a proposta foi sugerida para que o impasse com Coronel seja solucionado sem “briga”.
“Eu acho que tem outras formas da gente fazer. Eu realmente perguntei se ele toparia vir aqui para a suplência. Não tem por que a gente brigar só pelo direito de ele ser candidato, diz o líder do governo.
A coluna procurou o senador do PSD, mas não o esteve retorno até o final desta publicação. O espaço segue aberto para eventuais manifestações.




