Ministro afastado Marco Buzzi se defende de acusações de importunação sexual
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O ministro afastado do STJ, Marco Buzzi, prestou esclarecimentos em uma sindicância que investiga denúncias de importunação sexual feitas por duas mulheres. Durante o depoimento, Buzzi, acompanhado de seu advogado, negou as acusações. A defesa apresentou evidências que, segundo ela, mostram que os fatos mencionados não poderiam ter ocorrido.
O advogado de Buzzi, Paulo Emílio Catta Preta, destacou que foram apresentadas agendas do ministro e registros de entrada que comprovam sua versão. “Nosso trabalho foi detalhar cada alegação no relato, a fim de evidenciar que não havia como os eventos acontecerem”, afirmou Catta Preta após o depoimento na segunda-feira, 15 de junho.
Ele enfatizou que a defesa não só apresentou documentações como também irá incluir testemunhos que contrariam as alegações. Segundo ele, o primeiro relato de assédio foi feito por uma jovem de 18 anos, que afirmou ter sido importunada em uma praia. O advogado também mencionou que existem filmagens e testemunhas que contradizem esse depoimento.
Após a oitiva, a defesa terá um prazo para pedir a apresentação de novas provas, se necessário. O relatório da comissão que investiga o caso será levado ao plenário do STJ. Buzzi está afastado desde 10 de fevereiro e enfrenta ainda um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) e investigações no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Esses acontecimentos têm gerado grande impacto no meio jurídico, especialmente considerando a posição de Buzzi como ministro. A sociedade observa atentamente os desdobramentos desse caso, que envolve as questões de assédio em ambientes de poder.
E você, o que pensa sobre esse caso? Acredita que as evidências apresentadas têm o potencial de mudar a percepção pública a respeito das acusações? Deixe sua opinião nos comentários!