30 agosto, 2025
sábado, 30 agosto, 2025

Anac impõe restrições a novas bases e frequências da Aerolíneas Argentinas no Brasil; Salvador é impactada

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Aerolíneas Argentinas no Brasil

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) tomou uma decisão significativa em relação à Aerolíneas Argentinas, impondo restrições que impactarão diretamente a expansão das operações da companhia no Brasil. Essa medida, assinada pela Gerência de AVSEC e Facilitação, traz consequências para a conectividade de aeroportos essenciais, incluindo Salvador.

De acordo com o documento oficial, a Aerolíneas Argentinas está agora impedida de estabelecer novas bases de operação em solo brasileiro, podendo operar apenas nas locais já autorizadas pela Anac. Além disso, a companhia enfrenta limitações sérias no incremento das frequências aéreas de transporte público de passageiros, afetando hubs estratégicos como o Aeroporto Internacional de Brasília, o Galeão no Rio de Janeiro, e, crucialmente, o Aeroporto Internacional de Salvador.

Essas restrições foram fixadas com base na temporada atual, que começou em 31 de março de 2025 e irá até 25 de outubro de 2025. Uma atualização referente às frequências foi submetida à Anac em 13 de junho deste ano, reforçando a limitação imposta.

A Bahia sente o peso dessa decisão, especialmente em Salvador, que busca ampliar sua malha aérea e ampliar rotas diretas com países sul-americanos. No ano passado, a Aerolíneas Argentinas anunciou planos para operar 11 voos semanais entre Salvador e Buenos Aires durante a alta temporada, disponibilizando frequências que variaram entre janeiro e março de 2025.

No período do Carnaval, de 28 de fevereiro a 5 de março deste ano, a companhia movimentou 2.320 passageiros entre a capital baiana e a argentina, confirmando o impacto significativo que essa rota representa para o turismo e a economia local, segundo a Vinci Airports, responsável pela administração do Aeroporto de Salvador.

Estamos diante de um cenário que exige adaptabilidade, e as novas diretrizes da Anac podem moldar o futuro das operações aéreas na região. O que você pensa sobre essas restrições? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe sua opinião!

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