Belo Horizonte — Em uma madrugada de terror em Guidoval, a explosão de uma agência do Banco do Brasil trouxe à tona uma nova abordagem do crime em Minas Gerais. O governador Mateus Simões garantiu que esse ataque não se alinha com o “Novo Cangaço”, caracterizando os envolvidos como “amadores” e ressaltando sua falta de planejamento.
Aos 3h da manhã, um grupo criminoso invadiu a agência e detonou um caixa eletrônico, criando barricadas com pneus queimados para dificultar a fuga. “São bandidos comuns, mal preparados, que se feriram durante a ação”, declarou Simões, referindo-se a imagens que mostram até um deles caindo após a explosão.
“Quero tranquilizar a população: o Novo Cangaço não atua em Minas Gerais, que possui força de reação rápida”, enfatizou o governador.
De acordo com informações oficiais, três suspeitos foram capturados logo após o ataque. Eles estavam armados com armas leves e tinham histórico criminal, conhecidos pelas autoridades. “Nosso objetivo é garantir que permaneçam atrás das grades”, afirmou Simões.
O Ataque e a Reação Rápida
Registro de imagens por moradores revela a bravura e a determinação dos criminosos, que posicionaram explosivos na entrada do banco. Contudo, após a ação, as forças de segurança não tardaram a agir. O governo confirmou que os feridos possivelmente são resultado do próprio ataque, e um dos veículos usados na fuga foi encontrado abandonado nas redondezas.
Operações continuam na região, com a Polícia Militar buscando outros membros do grupo. Até agora, os valores roubados não foram divulgados, mas a patrulha nas ruas e o apoio à comunidade permanecem em alta.