30 agosto, 2025
sábado, 30 agosto, 2025

Após ser condenado à prisão, defesa de Dado Dolabella contesta decisão

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Dado Dolabella, o famoso ator e cantor, recentemente foi condenado a dois anos e quatro meses de prisão em regime aberto por agredir sua prima e ex-namorada, Marina Dolabella, em um incidente que remonta a outubro de 2020, onde uma crise de ciúmes resultou em ferimentos graves. A equipe de defesa de Dado já anunciou que recorrerá da decisão, alegando que o processo foi influenciado por falhas significativas, como a falta de testemunhas e a ausência de provas concretas.

A advogada do artista destaca que existem contradições entre o boletim de ocorrência e os depoimentos no tribunal. “Essas incoerências comprometem seriamente a acusação e foram previamente apresentadas ao Tribunal para uma análise meticulosa”, declarou em um comunicado.

Segundo a defesa, a base da condenação apoia-se somente no relato da vítima. Adicionalmente, questionam a legitimidade do laudo apresentado, que, segundo eles, foi fornecido após o prazo e contém “falhas técnicas evidentes”. A juíza Cíntia Souto Machado, do VII Juizado de Violência Doméstica da Barra da Tijuca, levou em consideração os antecedentes criminais de Dolabella e a gravidade da situação ao determinar a pena. É relevante notar que o caso está em segredo de Justiça, uma medida que visa proteger a privacidade das partes envolvidas.

Tentativas de contato com a vítima não obtiveram resposta até o fechamento desta matéria. A defesa de Dado Dolabella divulgou uma nota que esclarece sua posição sobre o processo: “A decisão de primeira instância é contestada, pois foi fundamentada apenas na palavra da denunciante, sem respaldos evidenciais. A palavra da mulher possui seu valor, mas não deve ser a única base para uma condenação, especialmente sem testemunhas”, afirmaram.

O comunicado prossegue: “O laudo apresentado carece de validade devido a suas falhas técnicas e ao não cumprimento de requisitos legais e formais. Além disso, identificamos discrepâncias significativas entre o Boletim de Ocorrência e os testemunhos prestados, o que diminui a força da acusação.”

“Cabe destacar que o segredo de Justiça é uma imposição legal, designada para proteger a intimidade das partes e assegurar um julgamento justo. A divulgação errônea de informações pode gerar sensacionalismo, prejudicando tanto Carlos Eduardo Dolabella quanto sua família,” conclui a nota.

A defesa reafirma sua convicção na justiça, prometendo que todos os elementos necessários para elucidar a verdade serão levados ao tribunal. Acompanhe a situação e compartilhe sua opinião nos comentários. O que você acha sobre esse desdobramento?

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