‘ISOLAMENTO’
A Argentina se desliga da OMS: Um passo controverso de Javier Milei

Javier Milei, presidente da Argentina –
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A Argentina não faz mais parte da Organização Mundial da Saúde (OMS), conforme anunciado pelo ministro das Relações Exteriores, Pablo Quirno. A decisão, primeira vez mencionada por Javier Milei em fevereiro de 2025, foi formalizada nesta terça-feira, 17.
Esse movimento ressoa a saída dos Estados Unidos sob a liderança de Donald Trump, que decidiu desassociar-se da organização em janeiro de 2026. A iniciativa de Milei, que já havia criticado a OMS durante a pandemia, destaca uma crescente desconexão em relação às pautas internacionais em saúde pública.
O que motivou a decisão?
Milei e seu partido, A Liberdade Avança, acreditam que a OMS comprometeu a soberania argentina com políticas ineficazes durante a pandemia. Em junho de 2024, a Argentina começou a se distanciar ao recusar um pacto pandêmico, reforçando a intenção de não aceitar acordos que afetassem sua autonomia em saúde.
Consequências de deixar a OMS
A decisão de Milei suscita preocupações. Um estudo do Conicet alerta que a saída da OMS pode isolar a Argentina da comunidade científica e restringir o acesso a medicamentos e vacinas. Isso pode resultar em um cenário desastroso, especialmente em épocas de crise, onde o país precisará urgentemente de suporte técnico e financeiro.
Com um futuro sombrio pela frente, os cidadãos argentinos devem ponderar: a soberania é mais valiosa que a colaboração internacional em saúde? Enquanto isso, a possibilidade de um isolamento crescem. O que você pensa sobre essa decisão? Deixe sua opinião nos comentários.