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Evento conhecido no Brasil como “sol a pino” ocorre duas vezes ao ano nos trópicos


O evento é exclusivo de regiões localizadas entre os trópicos de Câncer e Capricórnio –
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Imagine caminhar sob a luz do dia e, de repente, ver que objetos verticais não projetam sombras. Este fenômeno astronômico, conhecido no Havaí como Lāhainā Noon, acontece quando o sol atinge o ponto mais alto do céu, incidindo exatamente a 90 graus sobre a superfície terrestre.
A exclusividade do evento abrange as regiões entre os trópicos de Câncer e Capricórnio. É nesse espaço que, em momentos específicos, os raios solares caem de forma vertical, eliminando temporariamente as silhuetas de postes, prédios e até mesmo pessoas.
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“Sol a pino” no Brasil e no mundo
No Brasil, esse fenômeno é popularmente chamado de “sol a pino”. Cidades como Manaus, Belém e Brasília vivenciam esta ausência de sombras em dois momentos do ano, criando um efeito visual fascinante que faz parecer que os objetos flutuam em um cenário sem profundidade.
Enquanto isso, no Havaí, o Lāhainā Noon acontece no final de maio e em julho, sendo culturalmente celebrado como uma homenagem à força da natureza e ao sol escaldante.
Implicações científicas e visuais
Para a ciência, o fenômeno serve como um indicador importante da relação entre luz e clima. Observar o sol em seu zênite exato permite que pesquisadores entendam melhor os padrões de radiação solar em cada latitude.
- Zênite: Ponto diretamente acima da cabeça do observador.
- Duração: O efeito de “sombra zero” dura apenas alguns minutos.
- Visibilidade: Mais perceptível em objetos cilíndricos e retos, como postes de luz.
Além do valor educacional, o Lāhainā Noon atrai fotógrafos e entusiastas da astronomia que buscam capturar a estética surrealista de um mundo sem sombras.