Criança autista é resgatada com vida após dois dias desaparecida em área de mata

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POLÍCIA

Menina de 4 anos é encontrada viva após 48 horas em área de mata

Corpo de Bombeiros encontrou a criança com vida

Corpo de Bombeiros encontrou a criança com vida –

Depois de intensas buscas que duraram mais de dois dias, os militares do Corpo de Bombeiros localizaram a pequena Alice Maciel Lacerda Lisboa, de 4 anos, viva. O resgate aconteceu na tarde do último sábado, 31, na região de Jeceaba, Minas Gerais, onde a criança havia desaparecido na quinta-feira, 29.

Alice, uma criança autista não-verbal, estava sob os cuidados da avó quando se perdeu em uma área de mata. Parentes, ao perceber a ausência dela, deram início às buscas, mas ao não conseguirem localizá-la, acionaram a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.

Busca e Resgate Mobilizam Equipes

Com 12 guarnições envolvidas no esforço, a operação se intensificou na manhã do sábado. A localização de Alice ocorreu em uma estrada já verificada pelas equipes antes, levantando questões sobre como a menina conseguiu lá chegar. O avô, Luís César Gomes de Moraes, mencionou que o incidente aconteceu enquanto os avós estavam distraídos realizando uma transferência bancária.

Durante o desespero, a mãe de Alice, Karine Maciel, chegou a suspeitar de sequestro, ressaltando a vulnerabilidade da filha: “Ela não é uma criança fácil, toma medicação e sem os cuidados da família, é muito difícil.” A tensão familiar foi palpável enquanto o relógio corria e a busca por respostas se intensificava.

Mistério do Desaparecimento

As autoridades seguem investigando como Alice conseguiu sobreviver na mata por dois dias. O lugar onde ela foi encontrada levanta dúvidas, considerando que as várias patrulhas que passaram pela área não a viram anteriormente. O caso continua sob avaliação para esclarecer os eventos que levaram ao seu breve desaparecimento.

O que aconteceu realmente? Como uma criança tão pequena sobreviveu em condições adversas? As respostas podem lançar luz sobre o que muitas famílias temem. Os desdobramentos desse caso nos lembram da fragilidade da segurança ao cuidar de nossas crianças.

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