POLÊMICA
A batalha nos trios: Daniela Mercury fala sobre críticas e disputas no Carnaval

Artista afirma que ainda não acompanhou as manifestações de outros artistas –
Fechar
A cantora Daniela Mercury se manifestou pela primeira vez sobre a controvérsia envolvendo a disputa judicial do Bloco Crocodilo no Carnaval de Salvador. Em entrevista ao Portal A TARDE, ela afirmou que não pode comentar as críticas recebidas enquanto se prepara para a festa, prometendo uma resposta reflexiva depois do Carnaval: “Eu não vi, não tive tempo. Mas depois do Carnaval eu respondo com calma.”
A disputa judicial e suas repercussões
A polêmica começou quando o Tribunal de Justiça da Bahia restabeleceu a ordem dos desfiles no Circuito Barra-Ondina para o Carnaval 2026, derrubando a liminar que havia garantido ao Crocodilo a primeira posição na programação. A Justiça argumentou que a ordem dos desfiles se baseia em critérios técnicos e não apenas na antiguidade, lembrando que o bloco atuou nesse espaço desde 1996.
A decisão gerou uma onda de críticas, especialmente de artistas como Euzébio Cardoso, ex-integrante do Olodum, que chamou a ação de “traição” e pediu uma avaliação sobre a possibilidade de punições. No entanto, representantes da organização do Carnaval esclareceram que a ordem dos blocos é pautada por múltiplos critérios, incluindo a continuidade e a participação anual.
Daniela Mercury e seu legado no Carnaval
Ignorando os ataques, Daniela reafirmou seu comprometimento com o Carnaval. “Vocês aqui podem ver: não tem nenhum problema com nenhum colega. Sempre fui gentil e respeitosa”, declarou. Ela enfatizou sua trajetória e o poder da mulher na folia, dizendo: “Eu não quero resumir meu Carnaval a isso.”
Com a festa se aproximando, Daniela Mercury demonstra que sua conexão com os trios vai muito além da competição. Está claro que, enquanto as críticas ecoam, ela segue determinada a celebrar a diversidade e a inclusão no Carnaval. Com uma voz forte e uma presença icônica, Daniela mostra que é possível enfrentar adversidades sem perder o foco no que realmente importa: a celebração da cultura. O que você acha sobre essa situação? Deixe sua opinião nos comentários!