
Em um episódio digno de contos de horror, uma mulher de Sentinela do Sul, no Rio Grande do Sul, acionou a polícia afirmando que um “lobisomem” a persegue há anos. A ocorrência, registrada na madrugada de sexta-feira, 23, despertou a atenção da Brigada Militar, que foi chamada para investigar uma suposta tentativa de invasão em sua residência.
Um Chamado Inusitado
Durante a abordagem, os policiais realizaram buscas na casa e arredores, mas não encontraram sinais de arrombamento ou qualquer pessoa suspeita. Surpreendentemente, a moradora e seu filho, que é cego, descreveram que a figura ameaçadora era nada menos que um lobisomem. O esboço da situação se tornou ainda mais estranho quando a equipe policial registrou a seguinte informação: “Como não dispomos do lendário caçador de monstros Van Helsing, pouco poderíamos fazer além da averiguação”.
Após a investigação, os policiais concluíram que não havia ameaça real e encerraram o atendimento. O Comando Regional da Polícia Militar decidiu abrir uma apuração interna para avaliar a situação e examinar o uso das expressões polêmicas no boletim, que violam os valores esperados de conduta policial.
Implicações e Respostas
A Brigada Militar também emitiu uma nota esclarecendo que o chamado foi tratado como uma tentativa de invasão, mas sem indícios concretos de perigo. A análise contínua visa identificar responsabilidades e determinar se serão tomadas medidas disciplinares. “Diante da ausência de ameaça, a ocorrência foi encerrada, mantendo sempre a possibilidade de novo acionamento, caso necessário”, afirma a nota.
Este relato não apenas instiga a curiosidade sobre lendas folclóricas, mas também levanta questões sobre a seriedade com que a polícia deve tratar cada chamada e o potencial impacto de sua comunicação. O que você acha sobre a forma como a situação foi abordada? Compartilhe sua opinião!