Destino adorável e conhecido pela beleza natural, Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, agora enfrenta uma nova realidade: a cobrança da Taxa de Turismo Sustentável (TTS), em vigor desde 1º de janeiro de 2026. A cidade, frequentemente chamada de “Caribe brasileiro”, visa organizar seu fluxo turístico crescente, que já alcança 1,8 milhão de visitantes anuais.
Nova Taxa Direcionada
A TTS, inicialmente, não afeta todos os turistas. O foco recai sobre aqueles que utilizam transporte coletivo e grandes embarcações, como ônibus, micro-ônibus, vans de turismo e transatlânticos. Essa medida busca aliviar a pressão sobre a infraestrutura local, tão demandada pela presença maciça de visitantes, especialmente na famosa Ilha Grande, que recebe 1,2 milhão sozinha.
Finalidade e Destinação dos Recursos
Segundo a Prefeitura, a taxa foi instituída para garantir um turismo mais equilibrado e sustentável. Os fundos arrecadados serão investidos em preservação ambiental e melhorias na infraestrutura, trazendo benefícios tanto para a população local quanto para a experiência dos turistas. A população se pergunta: será que essa decisão realmente vai transformar o turismo na região, ou será apenas mais um fardo financeiro?
A variação no valor da taxa dependerá da permanência do visitante, considerando se ele permanece apenas em Angra ou inclui a Ilha Grande no itinerário. Baseado na Unidade Fiscal de Referência (Ufir), fixada em R$ 4,75, a taxa será implementada em três etapas, permitindo que o mercado turístico se ajuste. Isso levanta outra questão: a adaptação do setor será rápida o suficiente para não repele visitantes?
As novas tarifas podem refletir uma oportunidade de modernizar e aprimorar a experiência turística em Angra dos Reis, mas a implementação e suas repercussões devem ser cuidadosamente monitoradas. O que você acha sobre essa iniciativa? Compartilhe suas opiniões nos comentários!