INTERIOR DE SÃO PAULO
Criança cai de prédio em Ribeirão Preto e luta pela vida no CTI


Menino de 4 anos sobrevive à queda do 10º andar –
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Brenno Fernandes Girdziauckas, um menino de apenas 4 anos, está internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, após sobreviver a uma queda do 10º andar do prédio onde vive. O pequeno sofreu fraturas sérias nas pernas, resultando em uma cirurgia de emergência que, felizmente, ocorreu sem complicações.
O acidente aconteceu no último sábado, quando Brenno, que é autista não verbal, conseguiu acessar a janela do banheiro desprotegida. Sua mãe, uma psicóloga, ouviu um barulho e correu para verificar, encontrando o filho no chão, com sinais de grave lesão. Uma queda que poderia ter sido fatal se não houvesse o impacto com uma janela no 8º andar, que aliviou a gravidade da situação.
Queda Acidental e Investigação
De acordo com a polícia, a ocorrência foi registrada como queda acidental. O Instituto de Criminalística e o Instituto Médico Legal foram acionados para elucidar os detalhes do incidente. Enquanto isso, a família se mobiliza para pedir doações de sangue, que já foram significativas, garantindo a Brenno estabilidade, embora sua recuperação ainda demande cuidados intensivos.
Ainda sem previsão de alta, o pai de Brenno confirmou que o estado de saúde dele é estável, mas ele continua sob forte vigilância médica. O caso gerou comoção e atenção da comunidade, que se uniu em apoio à criança.
Mobilização da Comunidade
A comoção se estende além do hospital; a família e amigos buscam doações de sangue, recebendo um fluxo significativo de contribuições. Apesar de Brenno não necessitar mais de transfusões, as doações são vitais para que outros pacientes possam receber o atendimento adequado. Essa mobilização evidencia a força da comunidade em momentos de crise.
Enquanto Brenno luta pela vida, sua história é um lembrete angustiante sobre a importância da segurança em casa. O uso de grades ou dispositivos de segurança em janelas poderia prevenir tragédias como essa. É hora de refletir e agir para proteger as nossas crianças.