A Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA) lançou a “Operação Volta às Aulas 2026” para proteger os direitos de alunos e responsáveis durante o intenso movimento de compras escolares. A ação inclui fiscalização em escolas e estabelecimentos comerciais, como livrarias e papelarias, assegurando práticas de consumo justas e transparentes.
Durante a operação, a equipe verifica a adequação das listas de materiais, a clara exposição de preços e a disponibilidade do Código de Defesa do Consumidor nas lojas. Tiago Venâncio, superintendente do Procon-BA, alerta: “Com o retorno das aulas, consumidores precisam estar atentos para garantir um mercado de consumo igualitário e seguro.”
Direitos do Consumidor na Compra de Materiais
O Procon destaca a importância da Lei Estadual nº 6.586/94, que regula os materiais escolares. Os pais devem ficar atentos aos itens cobrados pelas escolas e seguir recomendações legais. Itens de uso coletivo e administrativo não podem fazer parte da lista, e os materiais devem ser entregues de forma fracionada.
Proibições e Penalidades
Os educadores não podem exigir marcas específicas nem aplicar penalidades por inadimplência. Além disso, os livros didáticos devem ser mantidos por um período mínimo de quatro anos, e os uniformes escolares não podem ser alterados em menos de cinco anos. Essas normas visam preservar os interesses dos consumidores e garantir práticas justas na educação.
Para reclamações ou denúncias, os consumidores podem acessar o e-mail [email protected] ou utilizar a plataforma ba.gov.br. As autoridades pedem vigilância e comunicação aberta durante este período crítico de compras escolares.

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