Psicólogo baiano se destaca mundialmente com abordagem inovadora no combate ao burnout

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Imagem ilustrativa da imagem Psicólogo baiano vira destaque global com método contra o burnout

O cansaço crônico e a monotonia da vida moderna enfrentam um novo aliado no Brasil. O psicólogo e professor Lucas Freire acaba de se unir ao National Institute for Play (NIFPlay), tornando-se o primeiro profissional brasileiro associado à instituição, reconhecida mundialmente por suas pesquisas sobre a importância do lúdico no desenvolvimento humano.

A trajetória de Freire começou por uma busca pessoal. “Eu trabalho com educação corporativa e, desde 2008, estudo como evitar o ‘espírito do trabalho’ que consome as pessoas”, revela ele. Essa trajetória o levou a compreender a profundidade da ciência do lúdico, um campo que transcende a ideia de apenas “brincar”.

A Ciência do Lúdico: Muito Além do Jogo

Para Freire, a expressão play refere-se a um conceito rico que abrange a arte, esportes e outras atividades que aliviam o estresse. “O lúdico não é apenas uma categoria não produtiva; ele é fundamental para nosso desenvolvimento ao longo da vida”, enfatiza.

Ele menciona a importância de metodologias, como o Lego Serious Play, que utiliza o brincar como uma ferramenta poderosa para descoberta e criatividade. Em uma de suas experiências na sede da LEGO, na Dinamarca, encontrou um livro essencial que definiu sua visão sobre o valor do lúdico. “Esse conhecimento revigora a alma e molda o cérebro”, reflete.

Transformação Através do Lúdico

O trabalho de Freire já impactou muitas vidas, inclusive a de um leitor que, aos 40 anos, decidiu aprender a tocar bateria. Ele relatou: “Não é terapia, mas é terapêutico”. Essa frase resume a transformação que o lúdico pode proporcionar, ajudando indivíduos a reconectarem-se com suas paixões.

Com a parceria do NIFPlay, Lucas planeja lançar a Escola do Play no próximo semestre, atuando em áreas onde a saúde mental ainda é um tema pouco discutido. O projeto envolve também o mundo dos esportes, especialmente times de futebol, onde o diálogo sobre saúde mental ainda é incipiente.

A busca por ajudar as pessoas a se reconectarem com o que os regenera continua sendo a prioridade de Freire. “Devemos ser cuidadosos em como tratamos a saúde mental, sempre promovendo melhorias e nunca exacerbando condições”, conclui.

O que você acha sobre a importância de resgatar o lúdico em nossas vidas? Compartilhe suas experiências nos comentários!

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