
Apenas 19.030 torcedores marcaram presença nos dez jogos da segunda rodada da Copa do Nordeste, resultando na piores médias de público desde 2013. Nesse cenário, a ausência do Bahia, atual campeão da competição, se torna um fator crucial na insatisfação do público.
A ausência do Bahia faz história negativa
Sem a presença do Tricolor de Aço, a segunda rodada do campeonato se destacou negativamente. A média de apenas 1.903 pagantes por partida não só quebra recordes de baixa, mas também gera preocupações sobre o futuro do torneio. Para se ter uma ideia, em 2022, mesmo com as restrições da pandemia, os números foram superiores.
Em 2025, um único jogo do Bahia contra o Náutico atraiu mais de 22 mil torcedores para a Arena Fonte Nova, superando a somatória de público da rodada atual. Esse cenário acirra ainda mais a discussão sobre o impacto que a mudança de regras trouxe para o campeonato.
Um histórico de grandes públicos
Historicamente, a Copa do Nordeste foi marcada por grandes públicos. Entre 2013 e 2025, o Bahia liderou o ranking com uma média de 20.070 torcedores por jogo. As cifras gerais somam mais de 5,8 milhões de espectadores ao longo da era moderna do torneio, um contraste gritante em relação aos números atuais.
Com as novas regras que excluem times classificados para competições internacionais, como a Copa Libertadores, o Bahia ficou de fora do torneio de 2026, mesmo sem ter conseguido defender seu título. Essa mudança promete alterar o cenário do futebol nordestino para os próximos anos.
Essa reviravolta não apenas desanima os torcedores, mas também levanta questões sobre o futuro da competição e o aumento da distância entre os clubes que sempre deram vida ao torneio. O que resta agora é perguntar: como os clubes podem reverter essa situação? Compartilhe suas opiniões!