O retorno dos servidores inativos ao serviço como Instrutores Internos após a aprovação da Lei 14.799 representa uma revolução na capacitação pública. Esta medida, regulamentada pela Instrução Conjunta Saeb/Sefaz no 001/2023, reabre as portas para a experiência e o conhecimento acumulado que estes profissionais têm a oferecer. Com isso, tanto o Estado quanto os aposentados ganham imensamente.
Flexibilidade e Oportunidade
A nova legislação permite que aposentados e militares da reserva atuem em atividades educacionais, ministrando aulas presenciais ou online. O único requisito? Ter concluído o Curso de Formação de Instrutores antes da aposentadoria. Essa inclusão gera uma nova fonte de renda e ainda reconhece o conhecimento valioso que esses profissionais têm.
Por exemplo, Edivânia Landim, uma das beneficiadas, expressa sua satisfação ao retornar à Rede de Consultores Internos. Após anos contribuindo com sua expertise, agora, ao voltar, ela não só enriquece sua vida, mas fortalece a eficiência da gestão pública na Bahiafarma. “É uma oportunidade que traz ganhos de eficiência e efetividade,” diz Edivânia.
Impacto e Valorização
Além disso, a coordenadora de Educação Corporativa, Teca Ramos, sublinha que essa oportunidade era uma antiga demanda. “Tanto os aposentados quanto os órgãos estão se beneficiando dessa troca de experiências,” afirma. Nilma Ricardo, outra ex-instrutora, também está animada com a volta ao serviço, que coincide com seus novos estudos de mestrado. “É uma maneira de preservar o conhecimento e ter um trabalho com horários flexíveis,” declara.
Essa reintegração dos aposentados traz vantagens que vão muito além da renda extra. A troca de experiências e a adequação das práticas educacionais à realidade atual podem transformar a qualidade do serviço público e a capacitação de novos servidores.
E você, o que acha dessa iniciativa? Comente abaixo suas perspectivas sobre o retorno dos aposentados ao serviço público e a importância da educação continuada!