29 agosto, 2025
sexta-feira, 29 agosto, 2025

Tarifaço: Alckmin diz que Lei pode acelerar negociação com EUA

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No cenário atual da política internacional, a recente autorização do presidente Lula para iniciar consultas sobre a Lei da Reciprocidade Econômica marca um passo estratégico para o Brasil. Essa ação, conforme analisada por Geraldo Alckmin, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, pode ser um divisor de águas nas negociações com os Estados Unidos, particularmente em resposta ao imposto de 50% que afeta produtos brasileiros.

“Acredito que isso poderá acelerar o diálogo e as tratativas. O Brasil é um país soberano e busca, invariavelmente, a conversa e a negociação”, disse Alckmin durante sua visita ao México, onde acompanha uma delegação em busca de alternativas ao tarifaço. Este espírito colaborativo reitera a importância da busca por soluções que beneficiem as economias dos dois países.

Alckmin ressaltou a longa parceria de 201 anos entre Brasil e EUA, destacando que a complementaridade econômica é essencial para o comércio exterior e para o bem-estar da sociedade. “Precisamos lembrar que, ao final, todos ganham: produtos mais acessíveis significam uma sociedade mais próspera”, acrescentou, reforçando a importância do diálogo nas atuais relações comerciais.

A medida que ora se discute no Itamaraty surge em resposta às tarifas substanciais impostas por Washington, que foram determinadas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, no início de agosto. O Itamaraty comunicará oficialmente os EUA nesta sexta-feira, 29, dando início a um processo que pode resultar em contramedidas econômicas se as tarifas forem consideradas injustas.

Agora, a expectativa paira sobre o próximo passo. Enquanto ainda não há reuniões agendadas com autoridades americanas, Alckmin se comprometeu a manter seus pares informados sobre quaisquer desenvolvimentos. A chance de um diálogo mais aberto se apresenta, e a esperança é que ambos os países encontrem um caminho mutuamente benéfico. O futuro das relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos, portanto, se encontra em um ponto crucial, e o desdobramento das negociações será observado atentamente.

E você, o que pensa sobre essa situação? Acredita que o Brasil conseguirá negociar melhores condições com os Estados Unidos? Deixe seu comentário e compartilhe suas ideias!

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