Acompanhe as principais ações do dia: Brava, Totvs, Banrisul, Iguatemi e outras empresas em destaque

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Nesta quarta-feira (10), o radar corporativo destaca a distribuição de proventos por Banrisul (BRSR6) e Totvs (TOTS3), além de uma importante decisão da B3 sobre a Brava Energia (BRAV3) e mudanças no rating da Aegea. O dia também trouxe novidades sobre programas de recompra de ações de empresas como Iguatemi (IGTI11) e Vittia (VITT3).

A Totvs anunciou a aprovação do pagamento de juros sobre capital próprio, que será de R$ 0,18 por ação, totalizando cerca de R$ 104,3 milhões. Essa decisão é vista como uma forma de recompensar os acionistas e reafirmar a solidez da empresa.

Em outra frente, a Brava Energia recebeu uma autorização da B3 que suspende o prazo de 15 dias para a divulgação de um parecer sobre a oferta pública de aquisição (OPA) da Ecopetrol. Essa possibilidade traz um novo cenário para as negociações e pode influenciar os investidores.

A Iguatemi, por sua vez, antecipou o fim do seu programa de recompra de ações, que teve início em fevereiro de 2025, e decidiu aprovar um novo plano. O novo programa permitirá a aquisição de até R$ 60,3 milhões em ações, o que representa cerca de 2,45 milhões de units de acordo com a cotação mais recente.

A agência Fitch rebaixou o rating da Aegea de BB- para B+, mantendo uma perspectiva estável. Essa mudança reflete preocupações sobre a sustentabilidade financeira da empresa, que atua no setor de água e saneamento.

A Vittia celebrou a finalização de seu quinto programa de recompra, adquirindo 4,5 milhões de ações, o que corresponde a 2,8% do capital social. Além disso, o conselho da empresa aprovou um novo programa, que permitirá a recompra de até 4,5 milhões de ações nos próximos 12 meses.

A Allied Tecnologia (ALLD3) também se destacou ao aprovar um novo plano de opções de compra de ações, o SOP 2026. Esse programa destina-se a administradores, executivos e empregados, permitindo a compra de até 4.798.077 ações ordinárias, o que equivale a 5% do capital social da companhia.

Por fim, a Romi (ROMI3) decidiu distribuir juros sobre capital próprio no valor bruto de R$ 5,59 milhões, resultando em R$ 0,06 por ação. Os acionistas terão direito a esse provento se estiverem na posição em 15 de junho de 2026, com pagamento previsto até 31 de dezembro de 2027.

Com tantas movimentações no mercado, quais são suas expectativas sobre esses desdobramentos? Fique à vontade para deixar sua opinião nos comentários!

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