Caminhoneiro que atropelou estudante a 130 km/h solicita liberdade condicional

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Caminhoneiro que dirigia a 130 km/h e matou estudante pede liberdade - destaque galeria

A defesa do caminhoneiro Matheus Henrique Poly Garcia, envolvido no trágico atropelamento da estudante Joyce Muraoka, de 19 anos, pleiteou ao Judiciário que ele responda ao processo em liberdade. O Ministério Público de São Paulo (MPSP), em contrapartida, defende a prisão do réu, citando a “extrema gravidade” do ocorrido.

Os advogados de Matheus argumentam que ele é réu primário e que não oferece risco durante o processo. Entretanto, a Promotoria ressalta que o caminhoneiro estava sob efeito de álcool e cocaína, dirigindo em alta velocidade e na contramão quando atingiu Joyce e outra vítima na Rodovia José Edgard Carneiro, em Jacupiranga.

O Acidente Fatídico

Na fatídica noite de 5 de maio, Joyce estava em um ponto de ônibus quando foi brutalmente atingida. Apesar de ser socorrida, não resistiu aos ferimentos, enquanto um homem de 45 anos também foi atingido. Após o acidente, a Polícia Civil divulgou imagens do caminhoneiro ingerindo bebida alcoólica enquanto dirigia, desmentindo sua versão de que um ajudante era o condutor.

Metrópoles

Versão Desmentida

Os vídeos revelam Matheus em atitude imprudente, com os pés levantados no console do caminhão, ingerindo bebidas e aumentando o som durante a condução. Denunciado por homicídio doloso e tentativa de homicídio, ele tentava transferir a responsabilidade para seu passageiro, Eduardo, o que foi prontamente desmentido pela prova documental.

Procurada para comentar, a defesa de Matheus optou por não se manifestar “em respeito às famílias envolvidas”. Este caso ressalta a necessidade de uma discussão séria sobre os perigos da combinação de drogas e direção. A sociedade deve se unir para exigir responsabilidades e garantir que tragédias como essa não se repitam.

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