Clã Bolsonaro mantém silêncio sobre prisão de Silvinei Vasques

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Passadas algumas horas da prisão do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques, nesta sexta-feira (26/12), no Paraguai, membros do clã Bolsonaro mantêm silêncio sobre a tentativa de fuga do aliado.

Até o momento, nem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), nem o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), nem o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) comentaram a prisão de Silvinei, detido em Assunção ao tentar embarcar em um voo com destino ao Panamá.

Metrópoles

Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF

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Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF

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Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF

Hugo Barreto/Metrópoles

Silvinei Vasques ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF)

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Silvinei Vasques ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF)

Reprodução

Flávio, pré-candidato à Presidência da República, preferiu destacar em suas redes sociais o resultado da Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira, que aponta empate técnico entre ele e Lula em um eventual segundo turno das eleições de outubro.

O senador também comentou o relatório da Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA sobre liberdade de expressão no Brasil e destacou a defesa do tema feita no documento.

Já Carlos, que concorrerá ao Senado por Santa Catarina, tem publicado apenas notícias sobre o estado de saúde do pai, Jair Bolsonaro, que se recupera de uma cirurgia para corrigir duas hérnias inguinais.

Eduardo, autoexilado nos Estados Unidos, não fez publicações em seu perfil no X nesta sexta-feira. Na quinta-feira (25/12), agradeceu ao presidente da Argentina, Javier Milei, que retuitou uma postagem defendendo a candidatura de Flávio à Presidência da República.

Quem é Silvinei

Vasques tem 50 anos e comandou a PRF entre abril de 2021 e dezembro de 2022, durante o governo Bolsonaro. No último dia 16, o STF condenou o ex-diretor da PRF e outros quatro réus acusados de integrar o núcleo 2 da trama golpista. Ele teria usado o cargo para favorecer politicamente o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022.

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