
Um marco histórico para a Bahia está prestes a se concretizar. A Ponte Salvador–Itaparica, uma das obras mais esperadas da região, recebeu a confirmação do seu apoio federal. O secretário especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Marcus Cavalcanti, anunciou que a ponte foi oficialmente incluída tanto no PPI quanto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá emitir, em breve, um decreto que solidifica esse financiamento essencial para o projeto.
A promessa de uma ligação direta entre a capital baiana e a Ilha de Itaparica não é apenas uma expectativa: é uma mudança significativa que promete transformar a mobilidade e integração da Região Metropolitana de Salvador com o Recôncavo e o Baixo Sul do estado. Um investimento que reflete a determinação do governo federal em apoiar uma obra que foi sonhada por muitos.
As conversas entre o governo da Bahia e o federal têm sido intensas e otimistas. O secretário Afonso Florence destacou que o governador Jerônimo Rodrigues tem mantido diálogo constante com Lula, o que demonstra o comprometimento e alinhamento necessário para viabilizar esse projeto. A expectativa só aumenta à medida que se avança na modernização do contrato com a Concessionária Ponte Salvador Itaparica (CPSI).
A obra, que promete ser a maior ponte da América Latina com seus 12,4 km sobre as águas, será um ícone da engenharia nacional. Com mastros que alcançarão 218 metros de altura, superando até monumentos como o Elevador Lacerda e o Cristo Redentor, a Ponte Salvador–Itaparica se tornará um novo cartão-postal da Bahia.
Desenvolvido em parceria com um consórcio chinês, composto por gigantes da construção civil, o projeto representa um investimento total de R$ 10,6 bilhões, com previsão de início das obras em 2026 e duração estimada de cinco anos. Esse grande passo não é apenas uma construção, mas uma transformação na forma como os baianos se conectam.
O Programa de Parcerias de Investimentos é fundamental para esta e outras obras no Brasil, por meio da ampliação da colaboração entre o setor público e a iniciativa privada. A estruturação envolve uma série de avaliações e estudos que garantem eficiência e segurança na execução, fazendo do PPI um instrumento essencial para o crescimento e desenvolvimento do país.
Com essa nova era de parcerias e investimentos, como você vê o futuro da infraestrutura na Bahia? Compartilhe sua opinião nos comentários e fique por dentro das novidades que estão por vir!