O Governo de São Paulo desembolsou aproximadamente R$ 300 mil em viagens de segurança pessoal para o ex-governador João Doria. Essa quantia foi investida na proteção do ex-governador por meio de um capitão da Polícia Militar, que atuou como seu ajudante de ordens durante sua gestão.
Investimentos Elevados em Segurança
Desde a renúncia de Doria em 2022, o capitão Marcelo Kamada recebeu R$ 290,7 mil em passagens aéreas, com viagens que o levaram a pelo menos 11 países. Entre os destinos frequentes de Doria, destacam-se cidades icônicas como Nova York, Paris, Roma e Dubai, demonstrando não apenas a amplitude das viagens, mas também os altos custos envolvidos. Por exemplo, uma única viagem a Nova York exigiu R$ 17 mil dos cofres públicos.
Custos Acessórios Também Impactam as Finanças
Além das passagens internacionais, Kamada também contabilizou R$ 10,4 mil em diárias para trips pelo Brasil em locais como Rio de Janeiro e Brasília. Em contraste, o ex-governador Rodrigo Garcia teve apenas três viagens custeadas, todas para São José do Rio Preto, indicando uma disparidade na utilização de recursos.
Após sua saída da política, Doria voltou a atuar no Lide, seu grupo empresarial, onde continua a fazer conexões pelo mundo. A associação entre segurança custeada pelo Estado e atividades pessoais de Doria levanta questões sobre a utilização de recursos públicos que clamam por mais transparência.

Procurado, Doria optou por não comentar sobre os gastos gerados durante suas viagens. Este investimento massivo em segurança pessoal para ex-governadores merece uma análise crítica da sociedade. Até onde vai a linha entre a segurança e o desperdício de recursos públicos? Deixe sua opinião nos comentários.