
Na vanguarda da sustentabilidade, a ex-presidente Dilma Rousseff, à frente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), destacou a importância de financiar projetos usando moedas locais. Em um mundo multifacetado, ela reforçou a necessidade de fortalecer parcerias e expandir a atuação do NDB, enfatizando que a instituição não está aqui para substituir outros bancos, mas para construir confiança e promover um desenvolvimento mais equitativo.
Durante a abertura do 10º Encontro Anual do Conselho de Governadores do NDB, Dilma refletiu sobre um cenário global em transformação. “O mundo de hoje não é o mesmo de 2015”, comentou, alertando sobre o crescente unilateralismo e as pressões sobre o multilateralismo. “Tarifas, sanções e restrições financeiras estão se tornando ferramentas de controle político”, afirmou, sublinhando a fragmentação e as desigualdades que marcam o atual contexto.
Com um forte chamado à ação, ela pediu mais cooperação entre instituições. “O NDB deve estar na vanguarda de um esforço sustentável que promova um desenvolvimento inclusivo e soberano”, enfatizou. Para Dilma, o banco é uma afirmação desse direito dos países do Sul Global de definir seus próprios caminhos, afastando-se de instituições que operam de forma vertical.
A expectativa é que essa década se torne a “década de ouro” do NDB, onde o banco atuará como um pilar essencial no fortalecimento do financiamento de iniciativas transformadoras. Ao olharmos para o futuro, a visão de Dilma ressoa: é essencial construir um mundo mais aberto e colaborativo, onde as vozes do Sul sejam ouvidas e valorizadas.
E você, o que pensa sobre o papel do NDB no cenário atual? Compartilhe suas opiniões nos comentários!