
Em um cenário que promete reverberar nas finanças, o dólar fechou nesta quinta-feira, dia 3, a R$ 5,4050, marcando uma queda de 0,28% e alcançando seu menor valor em mais de um ano. Essa mudança não apenas reflete a condição atual do mercado, mas também sinaliza um apetite crescente por ativos brasileiros, à medida que investidores percebem um espaço maior para operações na bolsa e na renda fixa.
Com o feriado de 4 de julho nos Estados Unidos à vista, a liquidez no mercado acompanhou uma tendência de redução, tornando o câmbio mais suscetível a movimentos pontuais. Apesar da expectativa em relação ao Federal Reserve e a postergação do corte de juros, o aumento do apetite ao risco, impulsionado pela diminuição dos temores de recessão nos EUA, está contribuindo para a valorização de outras moedas.
Enquanto isso, o Ibovespa protagonizou um dia memorável. O índice não apenas superou a marca de 140 mil pontos, como chegou a notáveis 141.303,55 pontos durante a sessão. Encerrando a semana em alta de 1,35%, aos 140.927,86 pontos, o Ibovespa mostra um avanço de 2,97% na semana e impressionantes 17,16% no acumulado do ano. Mesmo sem o suporte da Vale ON, que teve baixa, as ações de grandes bancos como Bradesco e Itaú brilharam, refletindo um panorama otimista para os investidores.
Dentre as ações que mais se destacaram, Engie (+4,49%), Embraer (+4,42%) e CVC (+4,18%) foram as grandes vencedoras da sessão. Em contrapartida, algumas ações como BRF e Ambev não conseguiram acompanhar o ritmo e fecharam no negativo, mas o panorama geral ainda se mostra favorável para a maioria dos papéis.
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