Dólar encerra o dia em baixa, cotado a R$ 5,28, revertendo ganhos do “Flávio Day”

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O dólar encerrou a quinta-feira (22) com uma queda de 0,71%, cotado a R$ 5,28, refletindo a influência de dados econômicos dos Estados Unidos e reações às declarações do presidente Donald Trump sobre a Groenlândia. Os investidores observam atentamente, uma vez que essa desvalorização cancela os ganhos acumulados desde o chamado “Flávio Day”, que ocorreu em dezembro do ano passado, quando o senador oficializou sua pré-candidatura à Presidência, atingindo o menor valor desde novembro.

Impacto das Decisões de Trump

A moeda norte-americana não só cedeu espaço devido à alta no fluxo de investimentos estrangeiros, mas também porque Trump, em recente pronunciamento, descartou ações militares para controlar a Groenlândia e aliviou tensões comerciais ao desistir de tarifas sobre países europeus. Esse contexto levou o dólar a cair frente a outras moedas emergentes, como o peso colombiano e o rand sul-africano.

Além disso, o dólar à vista finalizou o dia em R$ 5,2833, acumulando um retrocesso de 3,75% no ano. O forte crescimento da bolsa de ações, que chegou a ultrapassar os 177 mil pontos, contribuiu para a valorização do real, diminuindo a pressão sobre a divisa americana.

Oportunidade no Mercado Brasileiro

“Ainda estamos em um cenário favorável, onde o Brasil é uma das moedas emergentes com maior ‘carry’. Isso atrai investidores que buscam retornos melhores”, afirmou Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad. Em cenários de carry trade, a estratégia de investir no país com juros mais altos continua a incentivar a valorização do real.

Até às 17h28, o dólar futuro também apresentou queda de 0,79%, indicando um movimento contínuo de desvalorização. Esta ação reflete não apenas a dinamicidade do mercado interno, mas também a exposição crescente ao ambiente global, que ora mostra sinais de alívio.

Estamos diante de um cenário onde o investidor deve estar atento: a combinação de decisões políticas e econômicas pode afetar substancialmente o comércio e os mercados locais. Quais são suas expectativas para o futuro da moeda americana? Compartilhe suas opiniões nos comentários!

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