É hora de ter ações de Vibra e Ultrapar? JPMorgan acredita que sim

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Em um cenário promissor, o JPMorgan antecipa um quarto trimestre de 2025 (4T25) forte e um 2026 positivo para as distribuidoras de combustíveis no Brasil. As expectativas são impulsionadas pela melhora nas margens, levando o banco a reiterar recomendações de compra para a Vibra (VBBR3) e o Grupo Ultra (UGPA3), com novos preços-alvo de R$ 31,50 e R$ 26,50, respectivamente.

De acordo com o JPMorgan, a dinâmica da paridade de importação, aliada à maior probabilidade de reajustes nos preços pela Petrobras (PETR4), deverá gerar valores mais equilibrados e possíveis ganhos significativos para o setor. A eliminação de concorrências desleais, especialmente com a fiscalizaçã contra a Refit, e a manutenção da refinaria REVAP devem também impactar positivamente a oferta de diesel no Sudeste.

Além disso, as medidas regulatórias já anunciadas e avanços em questões como o ICMS monofásico para etanol prometem impulsionar ainda mais o mercado em 2026, proporcionando um ambiente favorável para as distribuidoras de combustíveis.

Os dados da Abicom reforçam essa perspectiva positiva. Com o diesel sendo negociado nas refinarias da Petrobras a preços inferiores aos internacionais, a margem de lucro para os distribuidores é ampliada. A defasagem persistente no diesel, com um desconto estimado de cerca de 13%, levanta a expectativa de um necessário reajuste de aproximadamente R$ 0,40 por litro, que poderia não apenas equilibrar a paridade, mas também assegurar o ganho de estoques no final de 2025.

A Vibra se destaca no setor por sua ampla capilaridade e o histórico de resultados positivos. Desde o desinvestimento da Petrobras, a companhia tem demonstrado consistência na entrega de margens elevadas, através da estratégia de focar em postos de alto volume e redes bandeiradas. Isso reforça a expectativa de um EBITDA resiliente.

O Grupo Ultra, por sua vez, tem se diferenciado por sua estratégia integrada de alocação de capital e iniciativas de turnaround que já começam a gerar frutos. A expansão nas operações da Ultragaz no mercado a granel e os investimentos em logística com a Ultracargo e Hidrovias refletem sua visão positiva para o agronegócio, mesmo que o banco ainda não atribua valor a esses investimentos.

A análise do JPMorgan reforça que tanto a Vibra quanto o Grupo Ultra estão bem posicionados para se beneficiar das ações contra irregularidades e das reformas esperadas para os próximos anos. O ambiente está mudando, e essas empresas têm tudo para se destacar.

E você, o que pensa sobre essa dinâmica das distribuidoras de combustíveis? Compartilhe seus pensamentos nos comentários!

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