Ibovespa encerra em baixa e registra a maior sequência de perdas semanais desde 2018

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O **Ibovespa** fechou em queda nesta sexta-feira, 22 de maio, ampliando uma correção negativa que já dura seis semanas, a maior sequência de perdas desde 2018. O índice, que atingiu 199 mil pontos no mês passado, registrou uma baixa de 0,81%, somando 176.209,61 pontos. No acumulado da semana, a bolsa teve uma perda de 0,61%, refletindo um fluxo de saída de **investidores estrangeiros**.

CORREÇÃO E DESAFIOS NO MERCADO

Desde abril, a retirada de capital estrangeiro é evidente, com um saldo negativo de R$11,7 bilhões em maio, excluindo ofertas de ações. Essa mudança de comportamento dos investidores parece estar alinhada com um olhar renovado nas ações tecnológicas de **Estados Unidos** e **Ásia**, além de uma expectativa de ciclo de queda de juros mais lento no Brasil.

Enquanto isso, lá fora, o índice S&P 500 encerrou o dia em alta de 0,37%, mantendo-se próximo de sua máxima histórica. O mercado americano parece ignorar as novas apostas em aumento de juros, o que demonstra um cenário diferente do observado no Brasil.

DIVERSIDADE DE TEMAS NO MERCADO

Entre as ações que se destacaram, a **Petrobras** viu suas preferenciais recuarem 1,05%, apesar do aumento no preço do petróleo. A equipe econômica do governo anunciou que a subvenção da gasolina será de R$0,44 por litro, mas a discussão ainda vai persisitir no cenário político. O BNDES, por sua vez, já começou a vender sua participação na estatal.

No setor privado, o **Itaú Unibanco** caiu 1,72%, enquanto o **Banco do Brasil** teve uma leve alta de 0,58%. As companhias de **siderurgia**, por outro lado, apresentam um desempenho robusto, com **Vale** subindo 0,57%, apesar da fraqueza nos futuros de minério de ferro.

Para seguir de perto as reações do mercado, é essencial observar o que ocorrerá na próxima semana, especialmente com a divulgação de notícias relacionadas à **privatização da Copasa** e os movimentos no setor de proteínas. A volatilidade do **Ibovespa** oferece um cenário intrigante e, ao mesmo tempo, arriscado. Qual será o próximo passo dos investidores? Compartilhe suas opiniões nos comentários!

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