Destaques do dia: inflação nos EUA, políticas do BCE e relatório orçamentário em foco

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DIA DECISIVO PARA A ECONOMIA

Nesta quinta-feira (18), o mercado está em alerta para a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) nos Estados Unidos, previsto para às 10h30. Com uma expectativa de alta de 3,1%, os analistas do LSEG acham que o dado pode não refletir a realidade devido a interferências provocadas pela paralisação do governo. Enquanto isso, os pedidos semanais de auxílio-desemprego também serão monitorados, com previsão de 225 mil solicitações.

Na Europa, os holofotes estão voltados para as decisões de política monetária do Banco da Inglaterra (BoE) e do Banco Central Europeu (BCE), que se reúnem em horários estratégicos. As coletas de informações dos presidentes Andrew Bailey e Christine Lagarde são essenciais para entender a postura das autoridades diante da inflação. Já no México, o Banco Central anunciará sua decisão em relação aos juros, um movimento que pode influenciar todo o continente latino-americano.

BRASIL EM FOCUS

No Brasil, o dia começa com a divulgação do Relatório de Política Monetária do Banco Central, que precisa esclarecer a visão sobre inflação e riscos econômicos. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, dará uma coletiva às 11h, enquanto o Congressa discute o projeto de Orçamento de 2026, crucial para as percepções de risco fiscal. A incerteza em relação à taxa básica Selic, atualmente em 15%, é palpável, com os investidores ajustando suas apostas em um possível corte menor do que o esperado.

Entretanto, um novo panorama político está emergindo. A pesquisa Genial/Quaest revelou que Lula tem 41% das intenções de voto para presidente, colocando Flávio com 23% e Tarcísio com 10%. Essa configuração eleitoral tem fomentado a discussão sobre como Lula pode ser beneficiado na corrida presidencial. José Faria Júnior, diretor da Wagner Investimentos, afirma que “com Flávio forte, Lula aumenta as chances”.

Imagem Secundária

As reações do mercado têm sido rápidas, com o Ibovespa caindo sob incertezas. As apostas de cortes de juros pelo Banco Central diminuíram, refletindo uma curva de menos de 40% de chance para redução no próximo mês. Enquanto o cenário interno se desenvolve, decisões internacionais se entrelaçam, com o foco em como os desdobramentos políticos podem influenciar as finanças do Brasil.

E você, o que acha que as decisões de hoje podem impactar o futuro econômico do país? Comente abaixo!

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