
As ações do varejo brasileiro enfrentam um 2026 desafiador, com Magazine Luiza (MGLU3) e Casas Bahia (BHIA3) sofrendo quedas acentuadas e permanecendo com estruturas técnicas frágeis. Com um fluxo vendedor predominante, a recuperação das ações é incerta, fazendo com que investidores adotem uma postura cautelosa.
Desempenho Abaixo das Expectativas
Magazine Luiza reporta uma queda acumulada de 25,59% até o momento, encerrando a última sessão a R$ 6,59. O ativo se encontra abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, dificultando qualquer tendência de recuperação. A fragilidade técnica é ressaltada pela linha de tendência rompida, que sinaliza um aumento na pressão vendedora.
A região de R$ 6,15 é considerada um suporte crítico. Se perdido, poderá intensificar as quedas, levando a níveis preocupantes como R$ 5,23 e até R$ 3,27. A dificuldade em sustentar movimentos de alta acentua o pessimismo em torno do ativo.
A Análise da Casa Bahia
Casas Bahia, por sua vez, acumula uma queda drástica de 55,87% em 2026, encerrando o dia em R$ 1,39, mesmo com um leve aumento de 3,73% na última sessão. A análise técnica revela um quadro igualmente pessimista, com o ativo também abaixo das médias móveis e sem sinais de recuperação.
A região de R$ 1,22 é a linha da areia; um rompimento neste nível poderá aumentar a pressão vendedora, aprofundando a situação já crítica do ativo. Para iniciar uma recuperação, é essencial que o papel rompa as resistências em R$ 1,65 e R$ 2,08.

As perspectivas para ambos os papéis são sombrias, reforçando a necessidade de cautela por parte dos investidores. Monitorar os suportes e resistências delineados é vital para a tomada de decisões informadas no mercado.
Qual é a sua análise sobre essas quedas? Compartilhe nos comentários e fique por dentro das atualizações do mercado!