
Decisão Estratégica – A refinaria Riograndense, que hoje opera uma pequena unidade de petróleo, está se preparando para uma revolução. A empresa liderada por Flávio de Souza anunciou que em junho tomará uma decisão crucial sobre um investimento de US$ 1 bilhão para construir uma biorrefinaria destinada à produção de biocombustíveis avançados, como SAF (Sustainable Aviation Fuel) e HVO (Hydrotreated Vegetable Oil).
Em um evento em São Paulo, Souza revelou que a construção terá início logo após a aprovação do projeto, com previsão de operação para 2029. O foco? Dominar o mercado de biocombustíveis exportando a maior parte da produção, enquanto ainda atenderá uma parte da demanda interna.
Capacidade e Inovação – Com uma capacidade impressionante de processamento de 800 mil toneladas/ano de óleos vegetais, resíduos e gorduras animais, a nova unidade terá a potencialidade de gerar 620 mil toneladas de SAF ou até 680 mil toneladas de HVO, dependendo das condições de produção e demanda. Este projeto não é apenas inovador; é um dos primeiros a realizar a produção de SAF no Brasil.
“É um dos projetos mais maduros para uma decisão ser tomada”, acrescentou Souza, enfatizando a importância crucial desse passo para a indústria de biocombustíveis no país.
As implicações deste investimento são imensas, não só para a Riograndense, mas para todo o setor energético brasileiro. Será que o Brasil se tornará um líder na produção de biocombustíveis avançados? Fique atento para saber mais e compartilhe sua opinião nos comentários abaixo!