Documentário revê momentos íntimos de Preta Gil durante luta contra o câncer
Na última segunda-feira (20/7), a Globo apresentou o documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, que reconta momentos delicados da vida da cantora Preta Gil, focando em sua batalha contra o câncer e o fim de seu casamento com o personal trainer Rodrigo Godoy. O filme revela como a separação impactou a cantora durante seu tratamento, trazendo à tona questões emocionais profundas.
Durante a exibição, amigos próximos de Preta, como Carolina Dieckmann e Gominho, compartilharam reflexões sobre como a traição de Rodrigo influenciou o estado emocional da artista no momento mais frágil de sua vida. Carolina afirmou: “A doença da Preta tem um agravante muito grande, que eu nem consigo dizer o tamanho, que foi vir junto com o fim do casamento do jeito que foi.” Para ela, essa crise foi uma grande “porrada” em um momento já difícil devido à doença.
“A doença da Preta tem um agravante muito grande, que eu nem consigo dizer o tamanho, que foi vir junto com o fim do casamento do jeito que foi. Eu acho que, naquele momento, foi a porrada maior do câncer. Você tomar porrada de alguém que você não espera, que você dorme…”.
O relato de Gominho
Gominho, que se mudou para ficar ao lado de Preta após seu diagnóstico em 2023, explicou que a ausência de Rodrigo o motivou a fazer esse sacrifício. Ele não hesitou ao ver sua amiga enfrentando a quimioterapia sem o apoio do ex-marido.
“Aí era o ex-marido traindo e ela fazendo quimio. Aí eu falei: ‘Não, gente, não tem condição. Vou para lá’. Aí a gente já foi na intenção de ficar sempre com ela”, comentou.
Preta e Rodrigo se separaram em 2023, justamente quando a cantora lutava contra o câncer no intestino. Ela confirmou publicamente a traição durante esse difícil período. O documentário relata não só os desafios que enfrentou enquanto lutava contra a doença, mas também a força que teve para se reerguer após as desilusões pessoais.
Relembre
Preta Gil faleceu aos 50 anos em 20 de julho de 2025, enquanto tratava de um câncer que se espalhou por diferentes partes de seu corpo. Para honrar sua memória, a Globo está lançando o projeto “Quanto Mais Preta, Melhor”, que inclui o documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, bem como a série documental “Meu Nome é Preta”, que estreia no Globoplay.
Essas produções oferecem um olhar íntimo sobre os últimos anos da vida da cantora, trazendo relatos de familiares, amigos e figuras que marcaram sua trajetória pessoal e profissional.
Como você se sentiu assistindo a esse documentário? Quais sentimentos e reflexões ele provocou em você? Compartilhe suas opiniões nos comentários.