Vinícius Schmidt/Metrópoles

Principal assessor para assuntos internacionais de Lula, o ex-chanceler Celso Amorim admitiu à coluna que sabia da viagem do empresário brasileiro Joesley Batista à Venezuela para conversar com o ditador Nicolás Maduro.
Amorim, contudo, se recusou a dar mais detalhes. O ex-chanceler limitou-se a comentar a situação da Venezuela e disse esperar que haja bom senso do governo Donald Trump, que ameaça invadir o país caribenho.

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Celso Amorim
Vinicius Schmidt/Metrópoles
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Cpi da Jbs – Joesley Batista ex presidente da Jbs – Foto: Michael Melo/Metrópoles
MICHAEL MELO/METRÓPOLES @michaelmelo
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Lula e Celso Amorim
Vinícius Schmidt/Metrópoles
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Presidente da Venezuela, Nicólas Maduro
Jesus Vargas/Getty Imagens
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Celso Amorim
Roque de Sá/Agência Senado
“Tenho esperança que haja bom senso e que haja possibilidade de encontrar uma saída, talvez com a coopeeração aumentada. Não sei se isso basta para o Trump. Não sei. Só ele pode dizer issso. Não adianta você perguntar a nós”, afirmou Amorim.
Dono do grupo J&F — que tem, entre outras marcas, o frigoríbico JBS —, Joesley viajou a Caracas em 23 de novembro. Ele ficou na cidade por menos de 24 horas, retornando a São Paulo por volta da meia-noite.
A viagem foi revelada pela Bloomberg e confirmada pelo Metrópoles. Segundo interlocutores, o empresário viajou a Venezuela para tentar convencer Maduro a renunciar à presidência da Veneuzela.
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