31 agosto, 2025
domingo, 31 agosto, 2025

Irmão de Pedro Henrique proíbe manifestações de candomblé em velório

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Na manhã de domingo (31/8), o universo digital se despediu de Pedro Henrique, conhecido como Dengo, um influenciador carismático que deixou sua marca na internet. Ele faleceu em um trágico acidente de trânsito, na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, enquanto dirigia seu carro. O sinistro também envolveu outras três pessoas, que, felizmente, estão se recuperando.

O velório, no entanto, se tornou um palco de controvérsia. O irmão de Pedro Henrique expressou sua aversão a qualquer manifestação de origem africana, como a umbanda ou candomblé, que eram partes da vida do falecido. “Não aceitamos rituais aqui. Minha mãe é pastora e a família é evangélica. Quero respeito,” declarou em tom firme, enfatizando que desejava evitar problemas e promover um ambiente de luto que honrasse as crenças familiares.

Essa proibição gerou um frenesi nas redes sociais. Muitos, como Eduarda Moura, expressaram indignação: “O menino sempre foi forte com a religião dele, por que não pode ter nada? Absurdo!” Outros, como Luana Rodrigues, também questionaram a lógica de desrespeitar a vontade do próprio falecido. As divergências reforçam a complexidade das relações entre fé e a dor da perda.

Além disso, o irmão de Dengo fez questão de deixar claro que registros por meio de fotos ou vídeos do corpo estavam proibidos. “Quer se despedir? Larga o telefone e vai prestar homenagem. Se eu ver alguém filmando, vou quebrar o celular,” foi sua contundente advertência. Essa postura reverberou o desejo por momentos de pura lembrança e conexão, sem a interferência da tecnologia.

A nota de falecimento da família enfatizou a generosidade e presença marcante de Pedro, descrevendo-o como um “homem de coração generoso e presença inesquecível.” Amigos e familiares lamentam sua partida, desejando conforto uns aos outros neste momento de tristeza, enquanto lembranças de sua energia vibrante se perpetuam nas memórias de quem o conheceu.

Samara Mapoua, sua namorada, compartilhou detalhes comoventes sobre o acidente. Em meio à dor, suas palavras ecoam a fragilidade da vida e a urgência de celebrar as memórias compartilhadas, enquanto o luto transforma-se em uma corrente de solidariedade.

A inviabilidade de unificar rituais de fé durante um momento tão sensível levanta questões controversas sobre tolerância e respeito. Qual é o limite entre a memória do falecido e a reverência pelas tradições viventes? Deixe suas reflexões nos comentários.

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