Jaques Wagner tenta ajustar narrativa para deixar liderança do governo

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Dias após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) no âmbito do caso Master, Jaques Wagner (PT-BA) tenta ajustar a narrativa para possivelmente deixar o posto de líder do governo Lula no Senado.

Segundo aliados de Wagner, o objetivo é ajustar o discurso para que a eventual saída do senador da liderança do governo não seja vinculada apenas ao contexto da operação da PF no caso Master.

Metrópoles

Senador Jaques Wagner foi alvo de operação da PF

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Senador Jaques Wagner foi alvo de operação da PF

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA)

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Líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA)

Antônio Cruz/Agência Brasil

Senador Jaques Wagner foi alvo de operação da PF

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Senador Jaques Wagner foi alvo de operação da PF

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova

Em outras palavras, Wagner não quer que sua saída da liderança do governo seja vista apenas como um pré-julgamento por ter sido alvo da PF em um inquérito no qual o parlamentar nem sequer é réu.

“Jaques não é apegado (ao cargo). O ponto é o gesto. Ninguém pode pré-julgar. Ele tem direito à presunção de inocência”, diz um aliado do líder de Lula.

Em entrevista à BandNews na quinta-feira (18/6), mesmo dia em que foi alvo da PF, Wagner rejeitou deixar a liderança. Segundo ele, o presidente Lula não teria feito qualquer pedido nesse sentido.

No Palácio do Planalto, contudo, ministros e assessores esperam que Wagner tome a iniciativa e deixe o posto de líder do governo, para não contaminar a campanha de Lula à reeleição.

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