A recente apresentação do boneco Pilili pelo TSE, uma criação de uma agência de propaganda de Santo André, levanta sérias questões sobre as prioridades do tribunal. Com um contrato de R$ 6 milhões por ano, surge a indagação: por que o TSE investe em publicidade? Suas funções deveriam ser apenas organizar eleições e julgar questões eleitorais, e não disseminar slogans ou filmetes.
A Necessidade de Publicidade do TSE
Se pensarmos da maneira correta, a verdadeira força da democracia é visível na prática das liberdades garantidas pela Constituição. Porém, nos últimos anos, tais direitos têm sido restringidos pelo próprio Poder Judiciário. Essa verdadeira erosão das liberdades acaba tornando evidente a necessidade de campanhas publicitárias para encobrir a realidade.
A Imagem do Boneco Pilili
O boneco, além de buscar neutralizar a imagem negativa das urnas eletrônicas alimentada por bolsonaristas, também tenta suavizar a percepção autoritária do TSE. Entretanto, o uso de uma figura infantilizada e sua semelhança com Zé Gotinha, que promovia vacinação, são uma tentativa errônea de conectar-se à população. A confiança nas urnas deve se basear na racionalidade e na solidez institucional, não em apelos emocionais.
Ao final, iniciativas como o Pilili revelam o desprezo com que muitos políticos tratam os eleitores, subestimando sua inteligência. É necessário que a população questione essa abordagem e exija respeito e transparência. O que está em jogo é a confiança nas instituições e a verdadeira essência da democracia. O que pensa sobre isso? Comente e compartilhe suas opiniões.