William se encanta com Floresta da Tijuca em visita ao Parque Nacional

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Na manhã luminosa de quarta-feira, 5 de novembro, o príncipe William, herdeiro do trono britânico, teve a oportunidade rara de explorar a majestosa paisagem do Parque Nacional da Tijuca, durante sua visita ao Brasil para o The Earthshot Prize 2025. Chegando às 8h30, ele se dirigiu diretamente ao Alto Corcovado, lar da famosa estátua do Cristo Redentor, cercada por uma exuberante vegetação.

Recebido pela chefe do Parque, Viviane Lasmar, o príncipe mergulhou na rica história do projeto de reflorestamento que, há quase dois séculos, transformou a Tijuca na maior floresta urbana replantada do mundo. Ao escutar sobre esse admirável esforço, William ressaltou que a Tijuca é uma verdadeira revelação da “beleza real do Rio”, uma beleza que não pode ser plenamente compreendida sem experienciá-la.

Durante a visita, uma lembrança especial foi compartilhada: Viviane presenteou William com um livro de Vitor Marigo, que narra a trajetória dessa área preservada. O príncipe foi acompanhado por figuras importantes, como o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e a embaixadora do Reino Unido no Brasil, Stephanie Al-Qaq.

A Tijuca não é apenas um patrimônio natural; é também um símbolo de resiliência e transformação. Com mais de 4,6 milhões de visitantes anualmente, o Parque Nacional da Tijuca se tornou a unidade de conservação mais visitada do Brasil e desempenha um papel vital na regulação climática, mantendo a temperatura média do Rio até 5°C mais baixa. Em 1991, a UNESCO reconheceu sua importância, e em 2016, ele se tornou parte da primeira paisagem cultural urbana do mundo a ser listada como Patrimônio Mundial.

Por trás desse sucesso, há uma história de luta e superação. Em 1861, Dom Pedro II decretou as florestas da Tijuca e das Paineiras como áreas protegidas, impulsionando um processo de reflorestamento que originalmente contou com o trabalho de 11 indivíduos escravizados. Maria, Eleutério, Constantino, Manoel, Mateus, Leopoldo, Sabino, Macário, Clemente, Antônio e Francisco foram fundamentais na abertura de trilhas e na plantação de mais de 100 mil árvores, mostrando que a reconstrução desse ecossistema começou com um esforço coletivo há mais de um século.

Agora que você conheceu essa inspiradora visita e a rica história do Parque Nacional da Tijuca, que tal compartilhar suas impressões nos comentários? Sua opinião é muito bem-vinda!

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