A Fórmula 1 está em busca de soluções para retomar uma das corridas adiadas no Oriente Médio, com um prazo definido até agosto. As etapas planejadas para Bahrein e Arábia Saudita foram canceladas devido a tensões na região, e a categoria agora avalia a viabilidade de replanejar essas provas.
Os cancelamentos ocorreram em março, em resposta aos conflitos entre Estados Unidos, Israel e Irã. Embora a situação continue tensa, a F1 elaborou planos alternativos caso as corridas no Qatar e em Abu Dhabi, que marcam o final da temporada, também enfrentem dificuldades.
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Stefano Domenicali, CEO da F1, se mostrou otimista após uma recente assinatura de cessar-fogo que visa reduzir as hostilidades. Ele expressou esperança de que, se as condições de segurança forem adequadas, as corridas possam ser realizadas. Domenicali declarou: “Espero que possamos ter todas as condições e a segurança necessária para todos os nossos profissionais.”
Domenicali ressaltou que, caso surjam novas oportunidades, a F1 está pronta para ajustar o calendário. A melhor janela para isso seria entre os Grandes Prêmios do Azerbaijão e de Singapura, em setembro, o que faz do GP do Bahrein a alternativa mais viável. Dada a logística envolvida, uma decisão deve ser tomada antes do recesso de agosto.
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Além das corridas no Oriente Médio, a F1 também está se preparando para possíveis imprevistos no final do ano. Se Qatar e Abu Dhabi forem comprometidos, a pista de Portimão poderá ser utilizada como uma alternativa, em um teste antes de sua inclusão oficial no calendário de 2027. Segundo Domenicali, essa decisão deve ser comunicada até meados de setembro, garantindo que todos os aspectos logísticos estejam alinhados.
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